segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Aprovação no PPG- Educação em Ciências:Química da Vida e Saúde

O final de 2016 reservou uma grande surpresa e um novo   desafio para o ano de 2017... Minha aprovação no mestrado em Educação em Ciências: Química da Vida e Saúde. Espero fazer muitas descobertas e conseguir relacionar meus conhecimentos adquiridos no PEAD, durante essa nova etapa de minha vida acadêmica.



Divulgação : Colégio de Aplicação divulga edital para vagas remanescentes

O Colégio de Aplicação está com vagas remanescentes para ingresso no primeiro semestre de 2017. Estão disponíveis uma vaga para o 3° ano do ensino médio regular (nascidos a partir de 01/01/1999), cinco vagas para o EJA – Alfabetização (nascidos até 01/08/2002), duas vagas para o EM2 – Ensino Médio (nascidos até 02/03/1999) e cinco vaga para o EM3 – Ensino Médio (nascidos até 02/03/1999).
As inscrições devem ser realizadas na Secretaria da escola, de 2 a 6 de janeiro de 2017, das 9h30min às 14h30min, através do preenchimento da ficha de inscrição. A Comunidade de Pais e Mestres solicita o pagamento da taxa de R$ 20,00 por candidato. A seleção é realizada por sorteio público, no dia 18 de janeiro.



Apresentação do PA de Música

Grupo: Aline Bernardi Capriolli, Aline Machado, Ana Cintia Brasil, Rejane Fortes e Simone Bittencuort.

Após de todo um trabalho ao longo do semestre sobre o PA sobre Música o grupo se organizou para apresentar o trabalho realizado coletivamente sobre as pesquisas sobre como a música colabora para a aprendizagem dos alunos em nossas práticas docentes. 


Segue a apresentação do grupo ...


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Publicação na Revista REDIN /Revista Educacional Interdisciplinar

 Tive a honra em publicar meu trabalho intitulado EaD COMO MODALIDADE PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DOCENTE E SUAS POSSIBILIDADES" na revista digital REDIN, trabalho esse que apresentei no 21º Seminário de Educação, Tecnologia e Sociedade.

Segue  o link da Revista para a leitura do artigo publicado. 





Dica Inclusiva "PROJETO PRAIA ACESSÍVEL 2016-2017"


PROJETO PRAIA ACESSÍVEL
2016-2017


Órgão Promotor e Executor

Fundação de Articulação e Desenvolvimento de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência e com Altas Habilidades no Rio Grande do Sul – Faders Acessibilidade e Inclusão, em parceria com instituições (Sesi/RS, Sesc/RS, Unisc e Ong Caminhadores) e municípios.


Período de Execução

De dezembro 2016 à março de 2017


Objetivo Geral

Assegurar às pessoas com deficiência condições de acessibilidade à beira mar, viabilizando a utilização e desfrute do litoral com equidade, dignidade, segurança, conforto e maior autonomia possível por todas as pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, através da disponibilização de equipamentos (cadeiras anfíbias) para o banho de mar assistido.



Descrição do Projeto

O Programa Praia Acessível tem como objetivo oferecer equipamentos e tecnologia para que pessoas com deficiência possam usufruir da praia e do banho de mar com segurança e dignidade, através da disponibilização de equipamentos (cadeiras anfíbias) para o banho de mar assistido.
Desenvolvido pela Faders Acessibilidade e Inclusão, com parceiros públicos, privados e voluntários desde o verão 2012/2013, o projeto pretende essencialmente criar uma cultura de respeito à acessibilidade a beira mar e incentivar os gestores públicos a implementar e manter projetos permanentes de acessibilidade em seus municípios.
A partir de um novo conceito, o projeto propõe eixos de atuação e desenvolvimento:
Atingir os principais balneários pertencentes ao Litoral Norte, Médio, Sul e Bacia Hidrográfica do Guaíba, disponibilizando equipamentos (cadeiras anfíbias) para o banho assistido, e com isso ampliar o serviço e os atendimentos às pessoas com deficiência em novas regiões litorâneas do Estado. 
As atividades deverão ser desenvolvidas diariamente em local previamente divulgado, e assim oportunizar o banho assistido a moradores e veranistas da localidade.
A ação conjunta entre a Faders e as instituições parceiras também visa potencializar a comunicação, prevendo a divulgação da relação com municípios e locais do serviço, e com isso atingir diferentes regiões do Estado e difundir as informações com acesso facilitado as pessoas com deficiência.
Assim, a Faders no seu papel de articulação e desenvolvimento de políticas públicas para pessoas com deficiência e com altas habilidades no Rio Grande do Sul, desenvolverá o projeto em parceria com instituições como Sesc/RS, Sesi/RS, Unisc e Ong Caminhadores. As instituições parceiras disponibilizarão equipamentos (cadeiras anfíbias) e profissionais para atendimento. Já os municípios parceiros viabilizarão o espaço e profissionais para atuação diária à beira mar. Por fim, a Faders também disponibilizará equipamentos e promoverá capacitações e assessoramentos tanto as instituições parceiras quanto aos municípios. 
As cadeiras anfíbias são feitas com um tipo de pneu especial, que permite superar a dificuldade de locomoção das pessoas com deficiência na areia, e também não afundam na água. Devido à sua altura, é possível o usuário entrar na água, em uma profundidade não perigosa no mar. Existe facilidade na transferência para a cadeira, permitindo assim a pessoas com deficiência vivenciar uma experiência de lazer com segurança e independência à beira mar.

Justificativa
 Segundo dados do censo realizado pelo IBGE no ano de 2010, 24% da população gaúcha apresenta algum tipo de deficiência. Historicamente essas pessoas vivenciam diariamente uma realidade de limitação, exclusão e invisibilidade decorrentes de diversas barreiras impostas pela sociedade.
Foram essas barreiras que levaram a Faders a criar e executar o Projeto Praia Acessível de forma pioneira, conclamando e desafiando toda a sociedade gaúcha, poder público e privado a atentar para as questões de acessibilidade no litoral.
A Faders Acessibilidade e Inclusão, no seu papel de articulação e desenvolvimento de políticas públicas para pessoas com deficiência e com altas habilidades no Estado do Rio Grande do Sul, através das ações desenvolvidas no Projeto Praia Acessível, tem como prioridade difundir o conceito de acessibilidade, autonomia e vida independente, tornando visível, plena e efetiva a participação das Pessoas com Deficiência no Litoral Norte, Médio, Sul e Bacia Hidrográfica do Guaíba e a partir disso serem protagonistas de sua própria história, oportunizando-as a participar da sociedade em condições de igualdade com as demais.
Para ser cidadã e cidadão, cada indivíduo precisa poder transitar, conviver e sentir-se parte da sociedade, em uma troca permanente de saberes, vivências e experiências. 
Possibilitar igualdade de condições para todo o cidadão é dever do Poder Público e cada um de nós deve fazer a sua parte para que isto seja cumprido.
A Faders Acessibilidade e Inclusão em parceria com as instituições como Sesc/Rs, Sesi/RS, Unisc e Ong Caminhadores, além da disponibilização das cadeiras anfíbias, realizará a capacitações e monitoramento do Projeto Praia Acessível. Ainda, ocorrerá uma aproximação com setores das administrações municipais, principalmente nas áreas da segurança e trânsito com o objetivo de garantir acessibilidade nos locais do projeto.

Público Alvo

Pessoas com Deficiência ou mobilidade reduzida (Crianças, jovens, adultos e idosos) beneficiados através do atendimento direto 

Familiares das pessoas com deficiência e comunidade em geral (moradores, veranistas, visitantes) através do atendimento indireto 

Local de realização a ser atendido pela Faders e seus parceiros: (em tratativas)

Rio Grande (Cassino)
Pelotas (Laranjal)
São Lourenço do Sul
Arambaré
Mostardas
Porto Alegre (Lami)
Pinhal
Cidreira
Tramandaí 
Imbé
Xangri-lá
Atlântida Sul
Capão da Canoa
Arroio do Sal
Torres

Avaliação de Impacto
A execução deste projeto é relevante para toda sociedade, pois além de criar uma cultura de respeito à acessibilidade, mostra todas as possibilidades no desfrute de bens comuns por todas as pessoas, que podendo ter acesso pleno, saem da invisibilidade, quebrando paradigmas e preconceitos há muito enraizados, criando a consciência de que acessibilidade é para todos os cidadãos e que cabe a cada um de nós, crianças, jovens, adultos e idosos, promover ações e consciência para garantir a acessibilidade e a inclusão.






Fonte: http://www.portaldeacessibilidade.rs.gov.br/secoes/21

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Relato de Experiência sobre Matemática

A experiência no ensino da matemática que gostaria de compartilhar  são as atividades que realizei durante o PNAIC,como por exemplo um circuito matemático. Confeccionei com os alunos diversos jogos matemáticos com sucata e após os alunos terem  jogado com os colegas, convidamos os 2º e 3º anos da escola para participarem de uma atividade coletiva( no caso o Circuito). Em duplas e trios os alunos de todas as turmas foram passando pelas atividades confeccionadas e pelos  jogos concretos, completando o circuito que tinha como objetivo trabalhar as questões de raciocínio lógico de uma maneira coletiva e lúdica.

Segue o link do  vídeo com algumas fotos dessa atividade.



PA MÚSICA - Hipertexto no PBworks

Grupo: Aline Bernardi Capriolli, Aline Machado, Ana Cintia Brasil, Rejane Fortes e Simone Bittencuort




A MÚSICA COLABORA NA APRENDIZAGEM?


      A música tem sido utilizada ao longo da história da humanidade pelos mais variados motivos: comemorações, preparo e desfechos em tempos de guerra,como representação de uma sociedade e da cultura por ela produzida. Neste sentido pretendemos trazer à discussão as consequências da música  na educação.  Para corroborar com nossas colocações, citamos o seguinte trecho:

  A música é a linguagem que se traduz em formas sonoras capazes de expressar e comunicar          sensações, sentimentos e pensamentos, por meio da organização e relacionamento expressivo entre       o silêncio. A música está presente em todas as culturas, nas mais diversas situações: festas e comemorações, rituais religiosos, manifestações cívicas, políticas etc. Faz parte da educação desde há muito tempo, sendo que, já na Grécia antiga era considerada como fundamental para a formação dos futuros cidadãos ao lado da matemática e da filosofia. (BRASIL, 1998, p. 45)


       Por meio da música  desenvolvemos as mais variadas aprendizagens, potencializando nossa socialização, através da interação com o outro, construindo  novos conhecimentos e habilidades e assim fomentando possibilidades cognitivas, emocionais, culturais e sociais. Desta forma, ao trazer a música para a escola possibilitamos  que o ambiente torne-se mais alegre, tornando as crianças mais receptivas  não somente a frequentarem o espaço escolar como também as possibilidades de construção de seus conhecimento,pois,  a música desperta em nós lembranças que  remetem à períodos de nossas experiências empíricas, provocando emoções, positivas ou negativas que podem alterar nosso humor, pensamentos e ações. E por meio desse processo podemos auxiliar a construção de novos caminhos cognitivos. 
     Segundo CHIARELLI, 2005, "As atividades musicais realizadas na escola não visam a formação de músicos, e sim, através da vivência e compreensão da linguagem musical,propiciar a abertura de canais sensoriais,facilitando a expressão de emoções,ampliando a cultura geral e contribuindo para a formação integral do ser." A  música por ser uma representação social, é distinta a cada grupo social. Quando trazemos para nossa sala de aula  variados gêneros musicais estamos possibilitando aos nossos alunos  que tenham  contato com outras formas de expressão  que representam culturas e épocas diferentes,ou seja de forma prazerosa está se constituindo enquanto cidadão que é capaz de respeitar outras culturas.
       A lei 11.769, de 18 de agosto de 2008, coloca a obrigatoriedade do  ensino de música na educação básica. A música possibilita que as crianças se expressem sem a imposição da afinação,quando se utilizam de uma canção muitas vezes  através da  melodia sentimentos que possui dificuldades para externar em outras circunstâncias, dentro de um grupo em que todos estejam de alguma forma se expressando musicalmente a criança se abre para este grupo e para o mundo a sua volta.
         A curiosidade e o movimento fazem parte de todas as crianças, quando trabalhamos com a música possibilitamos que esta criança exerça sua curiosidade e extravase  suas energias e sentimentos, qual crianças não ficou curiosa para saber em quem seria colocado ovo na brincadeira cantada ovo podre? Quantos aspectos estão envolvidos em uma brincadeira aparentemente tão simples?
      Para realizar esta brincadeira são necessários alguns requisitos tais como saber elaborar uma roda e encontrar seu lugar nela quando houver a perseguição,também é fundamental cantar a música, ou seja, lembrar a letra, acompanhar o ritmo  e ao mesmo tempo estar atento ao colega que "está com o ovo" e segurar a ansiedade e curiosidade em saber qual será escolhido. Neste contexto, a música atua na memória e na concentração auxiliando aquele aluno que possui dificuldades de esperar sua vez. 
      A  musicoterapia é uma forma de tratamento com crianças e adolescentes com TDHA ( transtorno de deficit de atenção e hiperatividade, sendo que atividades  musicais podem ativar todas as áreas do cérebro estimulando a atenção, memória, concentração relaxamento, atividade motora, emoções entre outras. Desse modo quanto mais prazerosa for a atividade musical mais satisfação trará a criança. As crianças com TDHA tem dificuldades em terminar tarefas, ficar sentadas e ate mesmo cantar uma música até o fim, portanto a musicoterapia ajuda as crianças a manter a concentração, a organizar-se, a ter o domínio e consciência do corpo, pois a musica envolve todo o corpo.
      Assim, todas as atividades que envolvem ritmo, musica, movimento, manipulação de instrumentos musicais requerem todo um trabalho de interação social, de comunicação, tranquilidade, de ouvir o outro e isso irá fortalecer o emocional, autoestima da criança, diminuindo a ansiedade, faz a criança aprender a lidar com frustrações, melhorando comportamento, autonomia e segurança. E todo esse trabalho desenvolvido de maneira  séria e com comprometimento, só trará benefícios para a criança ou adolescente tornando sua vida mais saudável na escola, na família e no trabalho.  
      Como educadores é importante estimularmos em nossa prática docente o uso da música, como um instrumento a mais  para desenvolvermos a linguagem de uma maneira lúdica e criativa, fazendo assim esse processo de aprendizagem mais divertido  e fomentando a diversidade musical, durante essa metodologia pedagógica.  
       A música é uma linguagem que faz parte das vivencias das crianças, mesmo antes de entrar na escola já utilizam a música em situações variadas de convívio. No momento em que estendemos esta linguagem para os espaços escolares temos um ganho na identificação da criança que aceita bem esta interação através da música.
       O social é fortemente marcado dentro da escola, pois esta é um lugar de trocas culturais e a música como expressão de cultura enriquece esse ambiente com a variedade de culturas que ali encontramos. Esse é um importante benefício que é oportunizado pelo ambiente que prevê a musicalidade, trazer ao conjunto de relações a possibilidades de trocas significativas que com a forte adesão de todos propõem um ambiente de construção e compartilhamento de cultura. 
       Apesar de haver uma lei que garante a oferta de música no currículo das escolas ainda encontramos muitas dúvidas dentro das escolas sobre qual à importância e quais as contribuições da música na aprendizagem dos alunos, muitos pais e também profissionais em educação ainda confundem muito a forma como deve se dar esta oferta.Ha ainda questões como os  profissionais que deveram desenvolver esta disciplina e como será apresentada aos alunos, pois para muitos há alguns tabus como," Perder tempo com atividades que não desenvolvem a aprendizagem", ainda são bastante comuns. 
       Ao ler o texto que traz informações importantes sobre esta presença da música na escola , A música na escola pude refletir e responder estas questões sobre como ofertar a música e justificar a presença dela nos espaços escolares como um facilitador de aprendizagem, o que é uma importante contribuição principalmente pela proximidade da música com as pessoas o que torna a música em método eficiente por ser acessível e eficaz. E para exemplificar tais colocações,iremos compartilhar o relato de nossa colega Simone Conceição que contará um pouco de sua experiência da música em sala de aula: 



Farei um breve relato sobre de que maneira inclui a música na rotina da turma do 2° ano a qual leciono. Nasci numa família onde a música sempre fez parte meu pai era músico e meus avós também embora só apreciasse  ouvindo meu pai cantar nos ensaios de sua banda e que bastou para que muitos estímulos despertassem em mim como a paz, a calmaria e os sonhos criança sim uma motivação que me fazia  imaginar dançando como uma bailarina ou cantando num festival de música na escola sim a escola era o lugar que costumava tentar participar das poucas atividades voltadas a arte mas por ser tímida não me destacava e os mais comunicativos tinha participação garantida  os professores devem ter um olhar para todas as crianças desenvolvendo assim atividades nas áreas da arte onde todos possam participar evitando este tipo de situação que relatei é frustrante para uma criança ter vontade e não ser inclusa.  
 O psicopedagogo, arte-educador e mestre em educação João Beauclair afirma      que “A música não é só uma questão de interferência na educação da criança, é uma necessidade, que deve ter espaço consagrado e rotineiro, por possibilitar a melhoria da sensibilidade, beneficiar os processos de aquisição da leitura e da escrita e auxiliar na melhoria da capacidade de memorização e de raciocínio”.
Tive uma experiência direta com a música quando passei a ministrar oficinas de percussão utilizando instrumentos construídos com material reciclado a ideia era oportunizar o acesso a música com alternativas que estivessem ao alcance  do aprendiz o que precisavam era despertar essa inteligência musical na pratica das oficinas testemunhei mudanças e alegrias no decorrer dos meses que se seguiam.
O psicopedagogo João Beauclair conclui dizendo que “a linguagem musical é herança cultural de toda a história da humanidade e deve ser aproveitada, cada vez mais, na escola de educação infantil e na educação como um todo. Além de auxiliar na melhoria de nossas capacidades de memorização e de raciocínio, vários profissionais da área de Psicopedagogia Clínica utilizam recursos musicais para trabalharem com crianças que estejam apresentando dificuldades de aprendizagem”.
Há dois anos  incluí  na rotina da sala de aula do 2° ano, o que chamo de meditação ao som de uma música clássica, começo a contar uma historinha ou relatar a calmaria entorno  de nós : _ tentem imaginar o som da natureza, da água , dos pássaros, etc. após solicito que fechem os olhos e relaxamos  o corpo e quando retornamos a rotina na realização das atividade para aprendizagem, percebo a calma e o foco dos alunos para realizar as tarefa,  também ocorre a melhora do comportamento e as brigas diminuem.
A música está presente em nossas vidas em todos os momentos, em casa, no trabalho, na rua, na igreja, na escola, etc…  Ela também está presente em nossos sentimentos, quando estamos tristes ou alegres, agitados ou calmos e assim por diante…
 
          É possível perceber com o relato que a música é instrumento importante de estímulo para as mais variadas aprendizagens, por meio da música podemos fomentar possibilidades de conhecimentos cognitivos  e corporais. 

   

Referências:
Beauclair J. Olhar, ver, tecer: a busca permanente da teoria no campo psicopedagógico. In: Pinto SAM, Scoz BJL, et al., orgs. Psicopedagogia: contribuições para a educação pós-moderna. Petrópolis:Editora Vozes;2004.
BRASIL. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. V 3. Conhecimento de Mundo. Brasília: MEC/SEF, 1998. 
CHIARELLI,L.K.,BARRETO,S. J. A música como meio de desenvolver a inteligência e a integração do ser.Revista Recre@rte Nº3 Junio 2005 ISSN: 1699-1834 Disponível em <http://www.iacat.com/Revista/recrearte/recrearte03/musicoterapia.htm> acesso em 18/10/2016
Blog Luciana Steffen -lucianamt@espacodomquixote.com.br

Links Interessantes sobre o Ensino de Música na Escola

Durante o semestre passado tivemos a oportunidade de cursar uma interdisciplina chamada "Música na Escola" e em grupos esse semestre estamos realizando um trabalho sobre a temática,  por esse motivo gostaria de compartilhar alguns links com materiais que podemos utilizar em nossa prática docente. 





Audacity - http://www.audacityteam.org/

Revista Descentralização da cultua Poa ano 2009 .Depoimento da oficina de percussão oficineira Simone Conceição. Pág. 11. No ritmo para se desenvolver-   http://www.coletivocatarse.com.br/downloads/revdescentranov2009.pdf

Dica de Jogo ... " FAÇA 10 COM DADOS GIGANTES"

Público-alvo: alunos do 1º Ano do Ensino Fundamental

Objetivo: Realizar adição dos números até 10, com a soma de apenas 2 dados .

Material: Tapete de números de 0 a 9, duas bolinhas coloridas e 2 dados gigantes numerados de 0 a 9.

Desenvolvimento:

Os alunos em duplas deverão um de cada vez  jogar os dados gigantes, tentando  somar juntos o total 10.
Obs: Após jogarem o dado deverão marcar o número que saiu no tapete de números com as bolinhas coloridas e toda vez que conseguirem atingir o numeral 10 na soma do jogo dos dados a professora irá marcar  os nomes da dupla que obteve êxito. A brincadeira terá 7 rodadas e ao final a dupla que conseguir somar 10 mais vezes ganhará  o jogo.




Exemplo de OBJETOS DIGITAIS DE APRENDIZAGEM



Tendo o texto da semana como referência e considerando  a definição de comparação , uso como exemplo o seguinte jogo digital: “Jogo de matemática: Coloque no gráfico e solte” nessa atividade se pratica a comparação por meio de pictogramas para analisar dados. É mostrado um aquário com 3 tipos de peixes diferentes e a criança precisa responder à algumas perguntas sobre cada tipo de peixe.














É importante destacar que nesse site https://www.matific.com/bra/pt-br existem vários tipos de jogos digitais que podemos usar como Objetos Digitais de Aprendizagem.



Exemplos de Atividades de Classificação e Seriação


Público-alvo: Alunos do 1º ano do Ensino Fundamental
Objetivos: Desenvolver conceitos de classificação e seriação.

Atividade de Seriação :


Os alunos deverão ordenar os números de 1 a 30 em ordem crescente. O jogo foi confeccionado com tampas plásticas e caneta hidrocor. A atividade poderá ser individual ou em pequenos grupos.








Atividade de Classificação:


Os alunos deverão classificar as colheres plásticas em seus devidos copos(conforme legenda das cores). Os alunos deverão desenvolver a atividade individualmente.