sábado, 29 de junho de 2019

Postagem X- EIXO IX- Estágio Obrigatório e Interdisciplinaridade

Ao longo do Estágio Obrigatório realizado na Educação Infantil procurei ter um olhar interdisciplinar ao planejar as atividades propostas aos alunos. Esse processo que foi desenvolvido na Rede Municipal de Sapucaia do Sul teve como objetivo fomentar entre os alunos da etapa inicial de ensino a experiência que dialoga com proposta de rede que considera as especificidades dos alunos e de uma educação plural que se comunica com as muitas possibilidades do aprender. Foi uma experiência gratificante pela participação dos alunos e pela liberdade pedagógica que encontrei na escola na qual realizei o estágio. 
Conforme Fazenda (2008, p. 39): 


A superação da fragmentação da prática da escola só se tornará possível se ela se tornar o lugar de um projeto educacional entendido como o conjunto articulado de propostas e planos de ação com finalidades baseadas em valores previamente explicitados e assumidos, ou seja, de propostas e planos fundados numa intencionalidade. Por intencionalidade está se entendendo a força norteadora da organização e do funcionamento da escola provindo dos objetivos preestabelecidos. 

E fomentar essa prática que a autora apresenta acima é fundamental na educação da atualidade, para corroborar ainda mais , sugiro que assistam o vídeo abaixo com reflexões sobre a temática da Interdisciplinaridade



REFERÊNCIAS:

Postagem IX-EIXO IX- Objetos Digitais- Ensino da Matemática

Em uma turma de 5º ano do ensino fundamental que estou desenvolvendo a docência estou sendo desafiada em trabalhar a área do conhecimento de matemática, os materiais apresentados na disciplina eletiva de matemática está sendo fundamental para embasar a teoria de uma maneira lúdica e com o uso de novas ferramentas tecnológicas. Para exemplificar, gostaria de compartilhar os links dos recursos pedagógicos para desenvolver as atividades de representações. Meus alunos estão apresentando facilidades em desenvolver as atividades, inicialmente trabalho com eles no laboratório de informática e posteriormente relacionamos com o conteúdo da disciplina. Está sendo um exercício interessante para desenvolver as potencialidades dos alunos. 




http://mdmat.mat.ufrgs.br/anos_iniciais/objetos/jogo_figuras.htm

http://mdmat.mat.ufrgs.br/anos_iniciais/objetos/jogo_figuras_mix.htm

Postagem VIII-EIXO IX- Fábrica de Cubos





Observando as funcionalidades da Fábrica de Cubos percebo que facilmente os alunos conseguiriam criar imagens e com a mediação do professor poderíamos  criar propostas pedagógicas com o objetivo de trabalhar conteúdos específicos . 
Ao apresentar essa ferramenta para meus alunos ,depois da interdisciplina eletiva, tive uma surpresa em relação à aprendizagem  deles durante o processo desenvolvido em sala de aula. Eles foram participativos e bem ativos durante o exercício apresentado, conseguindo construir figuras representativas, associando posteriormente ao conteúdo que foi desenvolvido em sala de aula. 


Postagem VII-EIXO IX- Música na Escola

Ao  longo do estágio obrigatório na Educação Infantil oportunizei aos alunos momentos lúdicos com música, tendo como objetivo de envolver os estudantes no processo de aprendizagens . Os alunos procuravam interagir e eram momentos ricos de trocas entre eles e também de reflexões importantes sobre o papel da música na escola. 
 Para corroborar com nossas colocações, citamos o seguinte trecho:

  A música é a linguagem que se traduz em formas sonoras capazes de expressar e comunicar          sensações, sentimentos e pensamentos, por meio da organização e relacionamento expressivo entre       o silêncio. A música está presente em todas as culturas, nas mais diversas situações: festas e comemorações, rituais religiosos, manifestações cívicas, políticas etc. Faz parte da educação desde há muito tempo, sendo que, já na Grécia antiga era considerada como fundamental para a formação dos futuros cidadãos ao lado da matemática e da filosofia. (BRASIL, 1998, p. 45)


É fundamental a escola pensar e repensar o ensino de músicas em seus currículos, tendo em vista os benefícios que essa área do conhecimento fomenta na aprendizagem significativa dos alunos. 





Link de um curso de extensão pela UFRGS sobre a temática: http://www.ufrgs.br/musicanaescolars/site/index.php


Referências:
Beauclair J. Olhar, ver, tecer: a busca permanente da teoria no campo psicopedagógico. In: Pinto SAM, Scoz BJL, et al., orgs. Psicopedagogia: contribuições para a educação pós-moderna. Petrópolis:Editora Vozes;2004.
BRASIL. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. V 3. Conhecimento de Mundo. Brasília: MEC/SEF, 1998. 
CHIARELLI,L.K.,BARRETO,S. J. A música como meio de desenvolver a inteligência e a integração do ser.Revista Recre@rte Nº3 Junio 2005 ISSN: 1699-1834 Disponível em <http://www.iacat.com/Revista/recrearte/recrearte03/musicoterapia.htm> acesso em 18/10/2016
Blog Luciana Steffen -lucianamt@espacodomquixote.com.br

Postagem VI-EIXO IX- INCLUSÃO


Acredito que o educador tem um papel fundamental em propagar ou não os mitos em relação as pessoas com deficiência,pois a atitude do mesmo faz com que os alunos sigam exemplos. Claro que poderão ocorrer fatos exclusivos por partes dos alunos, mas aí o professor irá mediar esses momentos e fazer com que quem tenha agido assim, repense sua atitude. Mediar esses desrespeitos que ocorrem em nosso cotidiano, fomentam possíveis mudanças de atitudes no futuro.
Ao longo de nossa vida vivenciamos os mais variados preconceitos e temos que ter o cuidado de não levarmos eles para nossas ações, pois nossos alunos aprendem pelo exemplo. E nem sempre em seu âmbito familiar os pais repensam suas atitudes.
Para contribuir para a real inclusão é necessário um olhar sensível em se colocar no lugar do outro e pensar se gostaria de ser excluído ou incluído, lógico que nos sentimentos melhor quando estamos num lugar em que as pessoas gostem de nós. Devemos respeitar o direito de todos a educação, tendo ou não deficiência. Proporcionando uma educação de respeito a diversidade e que vise garantir o acesso, permanência e o direito de todos os envolvidos nesse processo.
Em muitos casos o maior deficiente é aquele dito normal, pois todos temos nossas especificidades e juntos aprendemos muito mais.
Portanto a real inclusão ocorre quando respeitamos e percebemos o outro com um ser ímpar, perfeito com suas imperfeições e que a sensibilidade e o respeito  estejam presentes em nossa sociedade e quando o educador fomenta atitudes inclusivas no contexto da sala de aula, percebemos um outro olhar por parte dos colegas em relação ao aluno com deficiência. 
Aproveito para compartilhar a Entrevista com a pedagoga Maria Teresa Eglér Mantoan, professora do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e coordenadora do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Ensino e Diferença (Leped).








Postagem V- EIXO IX- Planejamento - ENFOQUE TEMÁTICO 2: O que é planejar

Durante a Interdisciplina: DIDÁTICA, PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO, a partir da leitura da charge de abertura e dos textos de Rodrigues (2011) e Rays (2000), fomos desafiados a elaborar cinco perguntas que você considera importantes para fundamentar o planejamento de ensino. Pensar nas perguntas para conhecermos nossos alunos e a partir daí organizar nosso planejamento, visa fomentar uma aprendizagem significativa e ativa.

Seguem as perguntas pensadas para a atividade:

1-      Quem são meus alunos?
2-      Quais os conhecimentos prévios dos alunos?
3-      Quais são as facilidades e dificuldades dos alunos?
4-      Estou fomentando a participação ativa dos alunos ao planejar os conteúdos e atividades?
5-      Estou utilizando diferentes metodologias e instrumentos avaliativos em sala de aula?

Revisando a postagem do trabalho da disciplina foi possível relacionar com a prática do estágio obrigatório, tendo em vista a necessidade de conhecermos nossos alunos para elaborarmos nosso planejamento. Tive a oportunidade de realizar estágio em duas turmas e percebi as particularidades de cada uma, a etapa do ensino era a mesma, mas as turmas tinhas as diferenças entre si, que necessitava considerar no planejar as atividades. 
De acordo com Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (1998) p. 196 cabe:
“[...] ao professor planejar uma sequência de atividades que possibilite uma aprendizagem significativa para as crianças, nas quais elas possam reconhecer os limites de seus conhecimentos, ampliá-los e/ou reformulá-los.” 

O professor com seu planejamento fomenta novas possibilidades em sala de aula, abrindo espaço para novos saberes, considerando as especificidades dos alunos.
         

REFERÊNCIAS:
BRASIL. Ministério da Educação. Referencial curricular nacional para a educação infantil. Brasília: MEC/SEF, 1998.


Postagem IV- EIXO IX- Planejamento Participativo

Durante o EIXO VIII realizamos nosso estágio obrigatório e durante a Interdisciplina: DIDÁTICA, PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO foi apresentado muitos materiais para embasar a temática do Planejamento Participativo, algo muito necessário como professores atuantes em sala de aula. 

Ao fazer a leitura do  texto " Política, planejamento & governo", foi possível perceber que as principais características do planejamento participativo são: a participação colaborativa entre os sujeitos envolvidos na instituição escolar,bem como o pensar estratégico de metodologias que corroboram para um trabalho participativo e coletivo na tomada de decisões .
Conforme Matus (1996, p. 285):

Devemos entender o planejamento como a articulação constante e incessante da estratégia e da tática que guia nossa ação no dia-a-dia. A essência desse planejamento é a mediação entre o conhecimento e a ação. Essa estratégia e essa tática são necessárias porque o sistema social em que eu existo compreende outros sujeitos que também planejam com objetivos distintos dos meus.

Analisando os conceitos do texto e a citação acima que fala da mesma temática ,percebemos a necessidade das relações democráticas se fazerem presente no âmbito escolar e durante o planejamento essa ação faz total diferente nos processos necessários em nossas escolas. Pensarmos juntos sem a imposição de uma visão de mundo é um processo importante para considerar os diversos conhecimentos.


 Referências:

MATUS, C. Política, planejamento & governo. 2. ed. Brasília: IPEA, 1996 (Série IPEA, 143. 2.v.).



Postagem III- EIXO IX- Disciplina Eletiva "Matemática Nos Anos Iniciais Do Ensino Fundamental"

Em nossa disciplina eletiva de Matemática nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental  no trabalho final da mesma compartilhei com minhas colegas e professoras um plano de aula com a temática do Tangram . Esse plano foi desenvolvido durante meu estágio obrigatório, proporcionando muitas aprendizagens aos alunos e também em minha prática docente, tendo em vista o envolvimento dos alunos durante as atividades. Os alunos conseguiram compreender a sistemática das criações com as figuras geométricas, bem como desenvolver as aprendizagens cognitivas que o jogo possibilita de uma maneira lúdica. Através do "brincar" com o jogo foi inserida a temática das figuras geométricas e os objetivos estabelecidos para os alunos foram alcançados de maneira significativa e prazerosa. 
Segundo Carvalho  :
(...) desde muito cedo o jogo na vida da criança é de fundamental importância, pois quando ela brinca, explora e manuseia tudo aquilo que está a sua volta, através de esforços físicos se mentais e sem se sentir coagida pelo adulto, começa a ter sentimentos de liberdade, portanto, real valor e atenção as atividades vivenciadas naquele instante.(Carvalho,1992, p.14)
E quando o professor procura fomentar essas aprendizagens de maneira divertida, consegue envolver os alunos e assim   ressignificar os conhecimentos da escola no processo individual e coletivos dos estudantes. 


Modelo apresentado no Trabalho Final da disciplina

TEMA: TANGRAM
OBJETIVOS:
  • Fomentar  a coordenação motora.
  • Incentivar o raciocínio lógico, a autonomia, a concentração, a imaginação e a criatividade.
  • Colaborar para a memorização das formas geométricas.
  • Criar figuras, usando as formas geométricas.
  • Trabalhar a habilidade de manipulação, recorte e colagem.
  • Desenvolver a motricidade fina.

DURAÇÃO:4h
PÚBLICO-ALVO: 1° ano ensino fundamental

ATIVIDADE INICIAL
 Laboratório de Informática
*A LENDA DO TANGRAM E AS SETE PEÇAS MÁGICAS (https://www.youtube.com/watch?v=I-RxCw_QdV0 )

DESENVOLVIMENTO
*Apresentar o vídeo tutorial  com exemplos dos animais 

*Montando animais com o Tangram de Madeira (Jogo Pedagógico) em grupos


 Sala de Aula
* Atividade individual 

ATIVIDADE  DE ENCERRAMENTO
 *Jogo do Tangram individual( o aluno poderá levar para casa e jogar com a família).

AVALIAÇÃO
Será avaliada a participação efetiva  dos alunos durante  as atividades propostas, considerando a autonomia, raciocínio lógico,concentração e  atenção durantes  as atividades.


REFERÊNCIAS:
CARVALHO, A.M.C. et al. (Org.). Brincadeira e cultura:viajando pelo Brasil que brinca.São Paulo: Casa do Psicólogo, 1992.

Postagem II- EIXO IX- O que é Arte para você?

Arte é uma forma de expressão, que pode utilizar várias técnicas para fomentar sentimentos, ações e linguagens, fazendo uso de diversos  instrumentos. O significado de arte também está ligado à estética, pensamento e reflexão. Uma linguagem de comunicação com as várias possibilidades artísticas .
Segundo EISNER:
A arte, isto é as imagens e eventos cujas propriedades fazem brotar formas estéticas de sentimentos são um dos importantes meios pelos quais as potencialidades da mente humana são trazidas à tona. Nossas capacidades intelectuais tornam-se habilidades intelectuais à medida que damos a estas capacidades oportunidade de funcionar: o tipo de raciocínio necessário para vermos o que é sutil e complexo, para aprender como perceber as formas de maneira que suas estruturas expressivas toquem nossa imaginação e emoção; para tolerar as ambigüidades enigmáticas da arte. (EISNER, apud BARBOSA, 2008; p.91)

Para Eisner(2008) a arte fomenta diversas percepções, corroborando para as habilidades cognitiva, considerando esse aspecto do autor, em meu estágio obrigatório procurei instigar a criatividade de meus alunos durante as atividades do componente curricular de Artes, com o objetivo do protagonismo dos mesmos durante tais atividades. 

REFERÊNCIAS:
EISNER, Elliot. Estrutura e Mágica no Ensino da Arte. In: ____________________. ArteEducação: Leitura de Subsolo. (org.) 7ª. Ed. São Paulo: Cortez, 2008. p. 79-96.
 

Postagem I- Eixo IX- PESQUISA-AÇÃO


A pesquisa-ação trata-se de um método de pesquisa no âmbito educacional, conforme Thiollent (2002, p. 75 apud VAZQUEZ e TONUZ, 2006, p. 2), “com a orientação metodológica da pesquisa-ação, os pesquisadores em educação estariam em condição de produzir informações e conhecimentos de uso mais efetivo, inclusive ao nível pedagógico”, assim fomentando condições para procedimentos de pesquisa, tendo a finalidade de transformar situações na escola e fora da mesma.
As leituras apresentadas na disciplina para embasamento teórico,foram fundamentais para promover a reflexão acerca da temática sobre a pesquisa-ação. No âmbito acadêmico é importante fomentarmos pesquisas organizadas e colaborativas, com o objetivo de promover as mudanças necessárias e assim adquirirmos novos conhecimentos de uma maneira participativa dos sujeitos da escola. É um importante exercício de refletir e repensar o sistema educacional atual, impulsionando assim as mudanças  que se observa no espaço de pesquisa.
Nas leituras foi possível perceber que a  pesquisa ação segue etapas( diagnóstico, ação, avaliação e reflexão) para te o pesquisador conseguir embasar suas observações e assim fomentar possibilidades no âmbito dos novos conhecimentos. Conforme, PINTO:

“Investigar uma realidade social não se esgota com a aplicação de instrumentos de pesquisa , mas requer também a observação sistemática de tudo quanto se refere às atividades dos homens concretos em relação com a im possibilitando inúmeros conhecimentos.” ( Pinto,1988 )

            O campo da pesquisa é vasto e quanto mais o aluno/professor-pesquisador investiga, elabora estratégias, novas possibilidades são encontradas e outras reflexões são possíveis, assim possibilitando inúmeros conhecimentos. E considerando esse processo de pesquisa, penso em fomentar em meu espaço de trabalho uma pesquisa colaborativa com os colegas que trabalham nesse espaço, bem como envolver os alunos dos diversos cursos, considerando seus conhecimentos e experiências plurais , com a finalidade de repensar a sistemática de trabalho e assim impulsionar novas possibilidades em nosso espaço de aprendizagem da modalidade EAD.
            Para corroborar na ampliação do entendimento sobre a definição de pesquisa-ação, trago os autores Kemmis e Mc Taggart (1988, apud ELIA e SAMPAIO, 2001, p.248) que definem a pesquisa-ação como:

"uma forma de investigação baseada em uma autorreflexão coletiva empreendida pelos participantes de um grupo social de maneira a melhorar a racionalidade e a justiça de suas próprias práticas sociais e educacionais, como também o seu entendimento dessas práticas e de situações onde essas práticas acontecem. A abordagem é de uma pesquisa-ação apenas quando ela é colaborativa...” (KEMMIS e MC TAGGART,1988, apud Elia e Sampaio, 2001, p.248).

            Considerando a citação acima e refletindo sobre a proposta do curso de Gestão da Educação, ao planejar uma pesquisa-ação é fundamental envolver de maneira colaborativa os diversos saberes das pessoas que encontra-se no espaço educacional a ser pesquisando, considerando os olhares e ações necessárias para instigar mudanças e assim ampliar a participação dos sujeitos durante esse processo de pesquisa.
 Referências:
PINTO, João Bosco Guedes. Pesquisa-Ação: Detalhamento de sua sequência metodológica. Recife, 1989, Mimeo.

RICARDSON, R. J. Como fazer pesquisa ação?. Disponível em: <RICHARDSON_Como_fazer_Pesquisa_Acao.pdf>. Acesso: 29 abr. 2019.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Preparação para o TCC

Encerrei o estágio obrigatório com o desafio em relatar as aprendizagens dos meus alunos e as minhas durante esse processo de aprendizagem, espero ao longa da escrita do TCC , relatar esses momentos teóricos e empíricos de aprendizagens, demonstrando que a escola continua sendo um espaço de possibilidades que vão além do cognitivo. Demonstrando que a prática docente é encantadora e significativa, para todos os envolvidos nesta caminhada do conhecimento. 
Conforme, Freire (1996, p.153):

Viver a abertura respeitosa aos outros e, de quando em vez, de acordo com o momento, tomar a própria prática de abertura ao outro como objeto de reflexão crítica deveria fazer parte da aventura docente. A razão ética da abertura, seu fundamento político, sua referência pedagógica; a boniteza que há nela como viabilidade ao diálogo.


Esse diálogo do conhecimento entre alunos, professor, escola e sociedade é um vasto caminho a ser percorrido e pesquisado. 

Referência:
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo. Paz e Terra, 1996.




Projeto de Estágio

 Ao pensar sobre a temática do estágio obrigatório em conversa com o meu orientador, foi pensado sobre trabalhar a Interdisciplinaridade na Educação Infantil. Algo que não se faz muito presente, digo isso por conta da experiência docente e por relatos de colegas professores que lecionam na educação infantil. No decorrer do estágio procurei planejar atividades que tivesse um diálogo em diferentes áreas do conhecimento, assim propondo aos alunos um ensino colaborativo e dinâmico entre os diversos saberes desde a educação infantil.


USO DO PBWORKS

O que é? Uma plataforma de aprendizagem colaborativa. 

Para que serve? Tem a funcionalidade de agrupar materiais pedagógicos ( no caso do PEAD) e trabalhar de maneira colaborativa e participativa do grupo de alunos da turma C.

 Por que foi escolhido como diário online? 
 Tendo em vista que nosso curso é na modalidade EAD, foi a maneira encontrada de criar uma rede de conhecimentos durante o curso e o estágio. Tendo assim o conhecimento ao alcance das mãos com o uso de computador, tablet e Smartphone .



Reavaliando as postagens: 10. FÓRUM ETIC NO ESTÁGIO CURRICULAR

FÓRUM ETIC NO ESTÁGIO CURRICULAR


Pretendo realizar meu estágio curricular do curso na educação infantil da Rede Municipal de Ensino de Sapucaia do Sul, na escola onde está localizado o Polo UAB em que trabalho. Será um desafio,pois pretendo fomentar atividades com o uso de tecnologias com os alunos da faixa etária dos 4 anos. Desejo  desenvolver atividades com o uso audiovisual e com o smartphone como possibilidades educacionais  de novos saberes na educação infantil, considerando os objetivos estabelecidos para a etapa da educação básica e as tecnologias contemporâneas,pois conforme Boll:

Os dispositivos midiáticos apresentam o novo, a ousadia e a descontinuidade ensaística junto aos conteúdos escolares, produzindo sentidos e sensações atravessados muito particularmente pelo território educativo e entorno cultural ao que o multivíduo está imerso. (Boll ,2014, p. 11).

Acredito pela experiência e estudo sobre as tecnologias, que é possível  fomentar metodologias ativas em sala de aula com esses recursos. Potencializando assim um diálogo metodológico de saberes de uma maneira desafiadora e com sentidos na aprendizagem dos pequenos.




Referências:
BOLL, Cintia Inês. Os dispositivos midiáticos na cultura digital: a ousadia enunciada em uma estética que potencializa eu, você e todos os outros que quiserem participar. In: CORA, E. J. (Org.). Reflexões acerca da educação em tempo integral. Porto Alegre: Evangraf, 2014.



       Durante meu estágio o uso das tecnologias se fez muito presente, criou possibilidades de envolver meus alunos durante os processos de aprendizagem, não sendo a protagonista durante o estágio, mas sendo mais um instrumento importante na educação infantil e novos conhecimentos. Considerando as demandas da educação infantil, entendemos que seja um assunto vasto, que envolve muitas questões para se pensar e repensar uma educação de qualidade que propicie um processo educativo de descobertas  significativas.
   Segundo o Referencial Curricular da Educação Infantil (RCNEI) esclarece que:
As novas funções para Educação Infantil devem [...] considerar as crianças nos seus contextos sociais, ambientais, culturais e mais concretamente, nas interações e práticas sociais que lhes fornecem elementos relacionados às mais diversas linguagens e ao contato com os mais variados conhecimentos para a construção de uma identidade autônoma. (BRASIL, 1998, v. 1, p. 23).


É necessário trazer esses elementos tecnológicos para todas as etapas do ensino básico, assim fomentando uma educação que dialoga com a atualidade e possibilidades conhecimentos diferenciados e desafiantes em nossas escolas. 




Reavaliando as postagens: 9. O que é inovação Pedagógica?

O que é inovação Pedagógica?

Conforme  Carbonell (2002), “Existe uma concepção que é bastante aceita no âmbito educacional, que define inovação como: um conjunto de intervenções, decisões e processos, com certo grau de intencionalidade e sistematização, que trata de modificar atitudes, ideias, culturas, conteúdos, modelos e práticas pedagógicas” (p. 19). Conforme o autor, essa inovação visa desenvolver projetos, materiais pedagógicos, procedimentos de ensino e aprendizagem, exemplos didáticos e outras metodologias em sala de aula. Fomentar essas mudanças nas metodologias é necessário para que se consiga desafiar os alunos em sala de aula, assim possibilitando novas aprendizagens significativas.

Referências:
CARBONELL, Juame. A aventura de inovar: a mudança na escola, tradução Faima Murad. Porto Alegre: Artimed Editora, 2002.


Pensar sobre inovação pedagógica faz com o que o educador, repense sua prática e procure criar metologias novas em sala de aula. Em nossa formação nem sempre tivemos a oportunidade de estudar e muito menos concretizar esse termo na prática no âmbito da educação. Por isso é fundamental estarmos abertos para fomentarmos em nossa prática e potencializarmos essa experiência com nossos alunos, indiferente da etapa de ensino que eles se encontram, fazendo com que eles sejam os protagonistas de suas aprendizagens e criações.   Trata-se de um desafio atual em nossa sociedade e em nossa escola. 

Reavaliando as postagens: 8. REFLEXÃO SOBRE AVALIAÇÃO

REFLEXÃO SOBRE AVALIAÇÃO



Analisando a charge apresentada se todos os personagens da mesma fossem avaliados de maneira classificatória,certamente nem todos iriam conseguir atingir os objetivos de maneira igual, tendo em vista suas especificidades. Infelizmente a maioria das escolas pelas quais passei, priorizava um tipo de avaliação classificatória. Pela minha experiência como aluna e como docente percebo mais significado em uma avaliação mediadora, que considere todo o processo de aprendizagem do aluno. Utilizando uma metodologia ativa na busca de novos saberes.
Segundo Hoffmann:

“Na concepção de avaliação classificatória, a qualidade se refere a padrões preestabelecidos, em bases comparativas: critérios de promoção (elitista, discriminatório), gabaritos de respostas às tarefas, padrões de comportamento ideal. Uma qualidade que se confunde com a quantidade, pelo sistema de médias, estatísticas, índices numéricos dessa qualidade. Contrariamente, qualidade, numa perspectiva mediadora de avaliação, significa desenvolvimento máximo possível, um permanente “vir a ser”, sem limites preestabelecidos, embora com objetivos claramente delineados, desencadeadores da ação educativa. Não se trata aqui, como muitos compreendem, de não delinearmos pontos de partida, mas, sim, de não delimitarmos ou padronizarmos pontos de chegada.” (2009, p. 31-32).



A análise da autora corrobora naquilo que acredito como docente que a avaliação mediadora, fomenta o “desenvolvimento máximo” do aluno durante o processo avaliativo das aprendizagens. No momento que se possibilita o aluno refletir seu processo de aprendizagem, se dá o protagonismo da aprendizagem com significado e os saberes ocorrem através de uma metodologia ativa. Assim uma avaliação que considere as especificidades e possibilidades do alunos em sala de aula e fora dela.


Referências:
HOFMANN, Jussara. Avaliação Mediadora: uma prática em construção da pré-escola à universidade. Porto Alegre: Mediação, 2009.





A avaliação é sempre um tema  discutido no âmbito escolar, em todas as etapas a mesma é analisada, criticada e questionada.  Na educação infantil não é diferente, mas percebo um olhar diferenciado no respeito qualitativo das aprendizagens dos alunos. Claro que é preciso um olhar mais atento as conquistas dos mesmos ao longo desta etapa do ensino básico. Pela experiência que vivenciei , percebi que os professores e as equipes pedagógicas procuram observar as aprendizagens cognitivas, afetivas, sociais e psicomotoras dos alunos com mais liberdade ao tempo de cada um.  

Reavaliando as postagens: 7. Atividade Seminário Integrador VI-Reflexão

Atividade Seminário Integrador VI-Reflexão


    Constantemente presenciei falas preconceituosas  de colegas e alunos  no ambiente escolar, escolhi relatar uma situação que vivenciei em uma atividade na Semana da Consciência Negra de um aluno de seis alunos que ao realizarmos uma dinâmica sobre uma princesa infantil negra, disse que ela era feia por ter aquela cor. Ficou nítido durante a intervenção que realizei que o tal discurso era uma reprodução que ele escutava em casa. 
  Relacionando tal fato, cito os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN ) que estabelece:

[...] é a sociedade, quer queira, quer não, que educa moralmente seus membros, embora a família, os meios de comunicação e o convívio com outras pessoas tenham influência marcante no comportamento da criança. E naturalmente a escola também tem (1997, p. 73).

   Precisamos fomentar reflexões sobre a temática dentro da escola, tendo como objetivo uma escola plural que respeite as diversidades e como educadores temos um papel importante nesse novo olhar em relação ao respeito as diferenças. 



BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: ética e temas transversais. Brasília: MEC/SEF, 1997. v. 8.
 _______. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: pluralidade cultural, orientação sexual. Brasília: MEC/SEF, 1997. v. 10.





Uma reflexão tão necessária nos dias atuais, tendo em vista a atual conjuntura política e social, onde o respeito pela diversidade está sendo atacado por governantes sem conhecimento da importância da pluralidade. Como educador é o momento de resiliência e resistência em fomentar e debater sobre os temas da diversidade. Lastimável perceber toda uma caminhada  de direitos não sendo respeitada por aqueles que devem garantir nossos direitos. 


Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
        I -  homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição;
        II -  ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei;
        III -  ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante;
        IV -  é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;
        V -  é assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou à imagem;
        VI -  é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;
        VII -  é assegurada, nos termos da lei, a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva;
        VIII -  ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;
        IX -  é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;
        X -  são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação.



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