sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Texto Dissertativo -Inclusão

Acredito que o educador tem um papel fundamental em propagar ou não os mitos em relação as pessoas com deficiência,pois a atitude do mesmo faz com que os alunos sigam exemplos. Claro que poderão ocorrer fatos exclusivos por partes dos alunos, mas aí o professor irá mediar esses momentos e fazer com que quem tenha agido assim, repense sua atitude. Mediar esses desrespeitos que ocorrem em nosso cotidiano, fomentam possíveis mudanças de atitudes no futuro.
Ao longo de nossa vida vivenciamos os mais variados preconceitos e temos que ter o cuidado de não levarmos eles para nossas ações, pois nossos alunos aprendem pelo exemplo. E nem sempre em seu âmbito familiar os pais repensam suas atitudes.
Para contribuir para a real inclusão é necessário um olhar sensível em se colocar no lugar do outro e pensar se gostaria de ser excluído ou incluído, lógico que nos sentimentos melhor quando estamos num lugar em que as pessoas gostem de nós. Devemos respeitar o direito de todos a educação, tendo ou não deficiência. Proporcionando uma educação de respeito a diversidade e que vise garantir o acesso, permanência e o direito de todos os envolvidos nesse processo.
Em muitos casos o maior deficiente é aquele dito normal, pois todos temos nossas especificidades e juntos aprendemos muito mais.
Portanto a real inclusão ocorre quando respeitamos e percebemos o outro com um ser ímpar, perfeito com suas imperfeições e que a sensibilidade e o respeito  estejam presentes em nossa sociedade.


Leitura do texto de Edgar Morin (2002): "As cegueiras do conhecimento: o erro e a ilusão"

No texto Moran nos convida a analisar o conhecimento e que o mesmo está sempre em construção e reconstrução no pensar, a busca por uma descoberta, por meia da linguagem, da interpretação e consequentemente a mercê  do erro. O autor ressalta que o conhecimento está sempre em evolução, onde pode existir o ato de contestar e questionar e por isso o conhecimento sofre a “ameaça”  do erro e ilusão.

A educação do futuro necessita expandir-se para o ato de perguntar, questionar, duvidar doo que já está supostamente pronto e para isso os educadores precisam primar pela qualidade do ensinar, sem verdades absolutas como ação, mas sim pensar a educação fora da caixa e fomentar isso em sala de aula. O desafio é um caminho ousado para novos conhecimentos.

Texto analisado: Os sete Saberes Necessários a Educação do Futuro
MORIN, Edgar. Cortez, São Paulo,2002.



SÍNTESE DO TEXTO DE PAULO FREIRE

                Ao analisar o texto de Paulo Freire, intitulado “À sombra desta mangueira” o autor  novamente nos proporciona uma leitura reflexiva e cheia de nuances. Trazendo a DIALOGICIDADE como foco nesse capítulo e em seu texto ele não  descreve o conceito da palavra em si, mas convida o leitor a entender  sua essência. Destaca que não existe comunicação sem a dialogicidade e que o ato de se comunicar é indispensável. Analisando essa escrita no texto, observo que Freire procura em sua escrita comunicar-se com o leitor de uma maneira crítica, desafiando o mesmo a pensar fora da caixa.
      O educador usa a voz e consequentemente a comunicação como instrumento libertador e ideológico e com essa ação as mudanças podem ocorrer, tendo o educador como mediador nesse processo.  
         O conhecimento é uma longa caminhada de trocas, existe uma frase de Freire que diz “Não há saber mais ou saber menos: Há saberes diferentes”, em suas escritas ele exemplifica diversas vezes essa consideração de essas diferenças de saberes, fomentam as possibilidades para novas aprendizagens.
      Portanto devemos usar essa força propulsora que é a dialogicidade  para conseguirmos as mudanças necessárias em nossa sociedade. Particularmente as leituras que realizo do Freire sempre me despertam a pensar mais e mais.



REFERÊNCIAS:


FREIRE, Paulo. À Sombra Desta Mangueira. Editora Olho d’ Água. São Paulo, Fevereiro, 2000.





Reflexão sobre a Ética

Ao analisar o vídeo “ Filosofia e Ética” de Marcia Tiburi e fazer a leitura do texto apresentado essa semana de Nadia Hermann é possível perceber semelhanças entre os mesmos, relativos a ética. No vídeo fica claro que a ética está relacionada aos valores que uma sociedade estabelece entre si, entre as pessoas, não algo concreto, fazendo parte de uma trajetória das crianças, que tem os adultos como exemplos. E nós professores no cotidiano escolar, nas trocas com nossos alunos, nos tornamos  esses exemplos em que eles poderão se espelhar. Como educadores podemos sim contribuir para uma sociedade, mas ética e sensível, fomentando em sala de aula a reflexão das ações que se vivencia na escola,na sociedade, assim  debatendo questões tidas como corretas e erradas, para possibilitar outros olhares e pensamentos em nossos alunos. 



Texto analisado para embasar minha reflexão:


Vídeo “ Filosofia e Ética” de Marcia Tiburi :


APLICAÇÃO, TRANSCRIÇÃO E ANÁLISE DE PROVA DO MÉTODO CLÍNICO

Ana: Oi , qual teu nome?
Aluno: Vitor.
Ana: Qual o nome da escola que tu estuda?
Aluno: EMEI Jardim Verde
Ana: O que tu está vendo?
Aluno: Tampinhas.
Ana: Elas são iguais? Tem a mesma quantidade?(Coloquei sete tampinhas verdes e sete vermelhas, enfileiradas na vertical).
Aluno: Sim!
Ana: E tu sabe quantos têm em cada fileira? Essa é a minha fileira, a verde e a tua é a vermelha.

Obs: O aluno começa a contar as tampas verdes... um,dois,três,quatro,cinco,seis e  sete. E depois conta as vermelhas....um,dois,três, quatro, cinco, seis e  sete.

Aluno: Elas têm quantidades iguais.
Ana: Nós temos as mesmas quantidades de fichas, de tampinhas?
Aluno:Sim!
Ana? Como Tu fizeste para saber? Aluno: Eu contei!
Ana: Hum
Aluno: E quantos anos tu tem?
Aluno:Tenho  cinco.
Ana: E como tu sabe contar?
Aluno: Porque sim! Eu sei contar até 110.
Ana: Até 110? Que legal?  Quantos anos tu tem mesmo?
Aluno: Tenho 5.
Ana: Agora eu vou arrumar só um pouquinho (Obs.: eu coloquei sete tampinhas verdes e sete  tampinhas vermelhas,  enfileirados horizontalmente)
 Ana: Tem a mesma quantidade ou quantidades diferentes?  Qual é a quantidade que tem aqui ou ali é a mesma quantidade?
Aluno: É a mesma quantidade.
Ana: Como tu sabe?
Aluno: É sete, por que tem sete e sete eu fiz assim...(O aluno começa a contar as tampas... 1234567...)
Ana: Foi assim que tu fez?
Aluno: Sim.
Ana: Mas tem mais em alguma delas? Ou  tem a mesma quantidade?
Aluno: Tem a mesma quantidade.
Ana: Vou mudar de novo tá? ( Coloquei sete tampas verdes juntas uma perto da outra  e coloquei sete tampas vermelhas distantes uma da outra?
Ana: E pergunto se tem a mesma quantidade?
Aluno: responde que as tampas vermelhas são mais grandes são as estampas que estão espalhadas mais uma observação ele não conta faz a contagem visual.
Ana: Pergunto novamente... Qual que tem mais?
Aluno: Uma,duas, três, quatro, cinco, seis, sete... E começa a contar as tampas verdes...  um, dois, três, quatro, cinco, seis e sete. Tampas vermelhas... um, dois, três, quatro, cinco, seis e sete.
Ana:Qual a que tem mais?
 Aluno: Tem o mesmo número mas esse é mais grande, porque  tu colocou espalhada, tu não colocou encostada, assim então assim fica mais grande.
 Ana: E se a gente fizer de conta que as vermelhas são bombons,faz de conta que as vermelhas são bombons.A gente vai ter a mesma quantidade para   comer ou algum de nós dois comer um bombom a mais?
Aluno: Vai comer um bombom a mais.
Ana: Como assim?
Aluno: Não nós vamos comer a mesma quantidade.
 Ana: E no total tem quanto juntando todas elas? Quanto tem?
Aluno: Tirando duas no total tem 12. ( Obs: Ele tirou duas tampas vermelhas do total.)
Ana: Doze de que cor?
Aluno: Das duas cores.
Ana: Mas daí tem doze no total das duas cores ou tem doze numa e depois e outro número na outra? O que que tu acha?
Aluno:Tem doze com as duas cores.

A aplicação do teste ocorreu na sala de aula, onde foi realizado de uma maneira individual para que o aluno não tivesse interferência dos colegas. O aluno consegue identificar as quantidades. Identificando as diferenças. Em alguns momentos demonstrou cansaço em responder os questionamentos. Considerando os estágios do desenvolvimento o aluno encontra-se no pré-operatório. Tem facilidade para quantificar e observação.



Referências:
MARQUES, Tania B. I. Sobre a aplicação das provas operatórias. Porto Alegre: 2015 (mimeo).


Prática Docente

Escolhi a atividade “1.1- O 20 de novembro-Dia Nacional da Consciência Negra” para realizar a prática em sala de aula. Realizei a atividade na minha antiga escola, tendo em vista que no momento não estou atuando em escola. No primeiro momento conversei com a turma que realizei a atividade se eles tinham estudado algo sobre essa data e o que eles achavam sobre o Dia da Consciência Negra e se achavam que as atividades deveriam ser realizadas somente numa data ou durante todo o ano letivo. Ainda conversamos sobre a Lei nº 10.639/2003 e posteriormente coloquei um vídeo sobre a história das bonecas Abayomi e após ao vídeo realizamos uma oficina de bonecas. Os alunos foram participativos e demonstraram respeito pela cultura Africana. Ainda alguns alunos relataram que já tinham visto colegas sofrerem preconceito pela sua etnia na escola e isso os deixava tristes.
É muito gratificante perceber o envolvimento dos alunos na atividade, destaco que os meninos confeccionaram as bonecas e não fizeram distinção de gênero. Algo que achei interessante observar, tendo em vista que nem sempre aceitam brincar de boneca no cotidiano. Após a atividade da oficina a professora titular voltou para a sala e desafiou os alunos a escreverem sobre a história Africana e sobre a experiência deles na oficina.
Portanto a atividade teve continuidade e foi possível os alunos se expressarem de outra maneira,além da criatividade da confecção das bonecas. Alguns alunos relataram que já conheciam a história das Abayomi, pois tinham sido meus alunos no primeiro ano, foi gratificante escutar o relato deles, pois algo que  foi trabalhado há algum tempo , permaneceu.
Seguem algumas fotos da atividade realizada.



AFRODESCENDÊNCIA NO BRASIL – UM OLHAR SENSÍVEL E HUMANO

INTERDISCIPLINA: Questões Étnico-Raciais na Educação: Sociologia e História

Alunas: Ana Necchi e Aline Capriolli


ROTEIRO DO FILME
AFRODESCENDÊNCIA NO BRASIL – UM OLHAR SENSÍVEL E HUMANO
- Pensar a vivência do afrodescendente no Brasil é o primeiro tópico deste texto em formato audiovisual
- Fomentar a discussão sobre o preconceito e a raça é o segundo ponto em debate
- Acalentar o lado humano de cada um de nós, propagando a conscientização e o respeito às diferenças e à diversidade humana é a base de todo processo
- Resultado Final é a convivência respeitosa, harmônica e dinâmica entre todos os povos e culturas.
CONSIDERAÇÕES PARA MONTAGEM DO ROTEIRO DO FILME
            Através de entrevistas sobre o preconceito racial sofrido por duas educadoras que vivem em diferentes contextos sociais, será possível conhecer e refletir sobre o que intitulamos “vivência do afrodescendente no Brasil”.
            Entre as duas entrevistas, utilizaremos links virtuais que contemplem “fomentar a discussão sobre o preconceito e a raça”, lembrando que a cor da pele é algo que não pode ser mudado, portanto o preconceito racial, quando presente no contexto social em que a vítima se encontra, é algo que não pode ser mudado pela vítima, mas sim pelas pessoas que são preconceituosas. Deste modo, entendemos que a educação é fundamental neste processo, ainda que a educação familiar seja primordial, na escola podemos criar inúmeras possibilidades de reflexões sobre as demandas que envolvem o preconceito racial e propor uma mudança de comportamento coletivo, respeitoso, humano por assim dizer.
            Em nossas considerações finais, reproduziremos trechos significativos das entrevistadas, que promovam o sonho de “acalentar o lado humano de cada um de nós, propagando a conscientização e o respeito às diferenças e à diversidade humana como base para todo processo”
            Concluindo a nossa produção audiovisual, exploraremos recursos fotográficos, com imagens encontrada no banco de dados gratuito da internet, as quais expressem como “resultado final a convivência respeitosa, harmônica e dinâmica entre todos os povos e culturas”.
PREPARAÇÃO PRÁTICA DO FILME
1 - Cada aluna irá entrevistar uma professora com descendência afro e organizar suas considerações sobre a entrevista;
2 - Em conjunto as alunas irão coletar imagens significativas no banco de dados gratuito na internet para fazer os links de um vídeo com o outro;
3 – Em conjunto as alunas irão decidir por inserir um ou mais áudios significativos também coletados no banco de áudios gratuitos na internet para montar a trilha sonora desta produção audiovisual;
4 – Para finalizar o filme as alunas, irão utilizar o Movie Maker como recurso organizador do mesmo.


Abaixo segue a atividade desenvolvida :


Análise do Vídeo

Grupo: Ana Necchi e Aline Capriolli
Escolhemos este vídeo (parte 5) que faz parte de um Documentário em 6 partes.
Sugerimos que, posteriormente, ele seja visto por todos os colegas na íntegra, pois nos faz refletir sobre a Negritude no Brasil e a nossa responsabilidade enquanto educadores em oportunizar vivências para uma educação de qualidade que represente o respeito à dignidade humana.
Reflita-se: "Racismo é uma ação de poder e quem tem poder é o branco".
Café com Leite (água e azeite?) - 
Parte 5: 

Fórum -Sujeitos com Altas Habilidades/ Superdotação.

Em minha prática como professora já trabalhei com alunos com Altas Habilidades e atualmente trabalho no setor da Educação Especial na Secretaria de Educação de um município da região metropolitana.  Quando estava em sala de aula sempre procurei fomentar possibilidades aos meus alunos, tendo em vista que nunca tive problemas com o aluno que desafia e me faz questionamentos.  Na ação pedagógica com a o aluno com AH/SD é importante mediar às curiosidades deles e fomentar desafios, tendo em vista que a maioria dos alunos possuem interesses específicos  e nem sempre estão interessados naquilo que estamos desenvolvendo com o restante da turma. É importante também explicar e sensibilizar o aluno a aprender outras temáticas que nem sempre são do interesse dele, mas necessárias. Na Rede Municipal em que trabalho temos uma sala de recursos multifuncionais que atende os alunos com Altas Habilidades/Superdotação (AH/SD) onde a professora do atendimento educacional especializado (AEE) media as aprendizagens dos alunos e desafia os mesmos a se desenvolverem ainda mais.

Compartilho com vocês um texto da Susana Graciela Pérez Barrera Pérez, intitulado “A identificação das altas habilidades sob uma perspectiva multidimensional” ,acredito que vale a leitura.




Fórum -Sujeitos com transtornos globais do desenvolvimento



Os Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD) trata-se de  distúrbios que ocorrem nas interações sociais que ocorrem de uma maneira recíproca  e geralmente se manifestam  nos primeiros cinco anos da criança. As características são:comunicação estereotipados e repetitivos, bem  como por interesses específicos e nas atividades.
Os  transtornos que englobam o TGD são: transtorno do espectro autista, as psicoses infantis, a Síndrome de Asperger, a Síndrome de Kanner e a Síndrome de Rett.
Em minha prática docente já trabalhei com os vários alunos autistas e com um aluno com a  Síndrome de Rett. Foram aprendizagens variadas, pois mesmo com os autistas,percebia diferenças entre  eles. Foi desafiadora a experiência e ao final aprendi muito sobre as especificidades deles. Cada um tinha um modo de interagir comigo e com os colegas. Lendo sobre  a temática, encontrei uma citação interessante de como uma autista com asperger compreende seu pensamento. Tenho consciência que nem todos os autistas conseguem se expressar desse modo,mas achei interessante compartilhar para tentarmos compreender outras possibilidades de aprendizagem, tendo em vista que cada pessoa aprende de modo diferente.


Muitos autistas são pensadores visuais. Eu penso através de imagens. Não penso através de linguagem. Todos os meus pensamentos são como videotapes passando em minha imaginação. Figuras são a minha primeira linguagem e palavras são a segunda linguagem. Substantivos foram as palavras mais fáceis de aprender, pois eu podia relacionar uma figura às palavras e minha mente. TEMPLE GRANDIN (2000). Autista, doutora em Biologia.¹







Fórum os Sujeitos da Deficiência



Em seu texto a autora Izabel Maior, procura fornecer informações importantes sobre os mais variados tipos de deficiências, trazendo dados  do IBGE  e também relatando sobre a trajetória histórica da temática. A autora ainda embasa as dificuldades com as quais as pessoas com deficiência precisam lidar na sociedade.  Tanto o vídeo, quanto o texto visa trazer à tona a necessidade de se olhar a pessoa com deficiência com um olhar mais sensível e inclusivo. Desde 2000 tenho contato com pessoas com deficiências, primeiro como voluntária e depois como professora, sei que as dificuldades existem, nem sempre sabemos  como lidar em certos momentos,mas garanto que aprendi  muito mais do que ensinei . Nem sempre tive apoio nas escolas, mas a maior estratégia que encontrei foi em focar nas possibilidades e não nas limitações.  Gosto muito de conviver e trabalhar com alunos com deficiência e minha principal aprendizagem  foi saber aprender que cada um é único e que possui um tempo distinto de aprendizagem, tal  ação me ensinou a ser uma pessoa e professora melhor, respeitando  o tempo de quem tem deficiência ou não. 


Referências:





quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Desenvolvimento cognitivo a partir da Teoria Piagetiana


A teoria do desenvolvimento cognitivo proposta por Piaget foi embasada em  pesquisas, onde o mesmo questionava as teorias afirmativas que o conhecimento possuía origem inata, centrada no próprio indivíduo. Segundo Piaget o sujeito evoluí de um certo  ponto do conhecimento para um ponto maior, assim desenvolvendo suas aprendizagens através de processos de assimilação e acomodação. Conforme Piaget conhecer é conseguir organizar, estruturar e explicar essas experiências vivenciadas,destacando que as crianças não raciocinam como os adultos. 



Fonte: http://redes.moderna.com.br/2011/08/09/a-teoria-cognitiva-de-jean-piaget/

TERMOS SOBRE DESENVOLVIMENTO COGNITIVO E APRENDIZAGEM A PARTIR DA TEORIA PIAGETIANA

Operações  concretas


Fase do desenvolvimento que vai em média dos 7 aos 12 anos. Onde a capacidade para realizar operações a nível mental, porém, relativas ao mundo concreto, possuindo a capacidade em realizar classificações e seriações.

Exemplo de atividade realizada :

ANÁLISE DAS FRASES

INTERDISCIPLINA: Desenvolvimento e  Aprendizagem Sob o Enfoque da Psicologia II

Atividade: POSTAGEM DA ANÁLISE DAS FRASES
Após analisar as frases abaixo, tentando identificar as concepções pedagógicas, psicológicas e epistemológicas que elas revelam, poste neste espaço.

1- Prof. Ensino Médio: “[A inteligência] nasce com o homem, eu acho. Ela pode ser desenvolvida, mas ela não pode ser, digamos, adquirida. [...]. Acho que ela nasce, uns com mais, outros com menos; ela pode ser desenvolvida, mas acho que ela já vem, acho que a gente já vem com isso”. (BECKER, F. Epistemologia do professor de matemática. Ed. Vozes)
Resposta: Pedagogia não-diretiva – Modelo Epistemológico:Apriorismo

2-  Profa. de quarta série do ensino fundamental: “Eu acho que são todos esses estímulos, isso que o professor faz, de mostrar as coisas [...]. Porque, por exemplo, se tu nunca sentiu o cheiro de uma maçã tu não vai conseguir ter dentro de ti a noção do cheiro da maçã, então alguém vai ter que mostrar para ti ou fazer tu sentir o cheirinho da maçã, aí é que tu vai ter isso construído [sic] dentro de ti. Então, eu acho que é isso que nós fazemos; nós mais ou menos mostramos a “maçã”, digamos, assim”. (BECKER, F. Epistemologia do professor de matemática. Ed. Vozes)
Resposta:Pedagogia diretiva – Modelo Epistemológico:Empirismo.


3-    Professor de Ensino Fundamental e Médio: “O professor é transmissor de conhecimento. [...] mas o conhecimento, a experiência, isso não se transmite [...]. Para a escola se tornar realmente um lugar onde se aprenda matemática, tem que passar por uma grande reformulação que vai desde proporcionar as experiências básicas fundamentais... o aluno tem que ter aquele momento da vida dele para vivenciar isso, a escola teria que ser um ambiente de experimentação, praticamente um laboratório o tempo todo.” (BECKER, F. Epistemologia do professor de matemática. Ed. Vozes)
Resposta:Pedagogia relacional – Modelo Epistemológico: Construtivismo

4-     Profa de Ensino Fundamental: “Quando tu abraças uma árvore, tens a noção perfeita do que será futuramente um cilindro, aquele tronco, [noção] do que seja uma circunferência; [...] a árvore serrada te dá o contorno de uma esfera... Creio que a criança pode ter muita facilidade para a matemática quando ela tem experiências desse tipo”. (BECKER, F. Epistemologia do professor de matemática. Ed. Vozes)
Resposta:Pedagogia relacional – Modelo Epistemológico:Construtivismo

5-   “Isso aí [conhecimento matemático] tem um pouco de tudo, é uma arte, é principalmente talento da pessoa de [...] conectar um fato com outro e descobrir: ‘Bah, mas esses dois somados dão essa consequência aqui’. [...] isso é muito difícil ensinar. Poucas pessoas realmente conseguem. A minha opinião sobre isso, é que tu consegues ensinar se a pessoa tem talento. [...] E querer formar muitos matemáticos de boa qualidade, simplesmente achando que a questão é ensinar para muitas pessoas matemática, não é uma boa política realmente não dá, não adianta muito.” (BECKER, F. Epistemologia do professor de matemática. Ed. Vozes)

Resposta:Pedagogia não-diretiva – Modelo Epistemológico:Apriorismo