segunda-feira, 30 de abril de 2018

Projeto: Viviana, a Rainha de Pijama

Interdisciplina: Didática, Planejamento e Avaliação

Alunas: Aline Capriolli, Ana Necchi e Fernanda D. Oliveira

UNIDADE 2 - Planejamento - ENFOQUE TEMÁTICO 4: Pedagogia de Projetos


Tarefa em grupo - Poste aqui o planejamento (dados de identificação, objetivos, conteúdo, procedimentos, avaliação) do seu grupo (cada grupo deverá criar um novo tópico) e posteriormente o vídeo produzido. Bom trabalho!!
Produção de Vídeo a partir da história contada: Viviana, a Rainha do Pijama

Escola: Instituição Evangélica de Novo Hamburgo – IENH - Unidade Oswaldo Cruz
Turma: 1º Ano 1 - C

Objetivo Geral
- Valorizar a leitura e a escrita como fonte de prazer, de comunicação e de informação.

Objetivos específicos:
- Desenvolver a linguagem oral e escrita;
- Trabalhar a ampliação de vocabulário através da nomeação de palavras contidas na história;
- Perceber a localização geográfica da origem dos animais utilizando mapas;
- Apropriar-se do conhecimento gramatical utilizando palavras específicas do livro;
- Desenvolver e se apropriar dos conhecimentos acerca do alfabeto percebendo sua dificuldade ao longo das atividades;
- Produzir textos de gêneros textuais diversificados;
- Relacionar a história ao contexto social e real ao qual o aluno está inserido;
- Conhecer os correios e a função social do trabalho dos carteiros;
- Escrever cartas através dos conhecimentos deste gênero textual;
- Listar palavras vinculadas ao tema do projeto;
- Participar de uma Festa do Pijama como integração do grupo na finalização do projeto.

Conteúdos:
- Leitura e interpretação oral e escrita;
- Localização geográfica dos animais da história;
- Preservação ambiental;
- Gêneros textuais;

Procedimentos:
- Discussões e debates;
- Divisão de tarefas por grupos;
- Confecção de um pijama de papel;
- Confecção de listas de palavras que se remetem ao tema do projeto (doces da festa, convidados, organização da festa do pijama);
- Contagem de letras das palavras do livro;
- Fazer um gráfico dos animais preferidos da história;
- Preparar a festa do pijama na sala de aula;
- Confecção de jogos de trilha a partir do tema do livro.

Avaliação:
Dos alunos acontecerá através de avaliação individualmente e em grupos de acordo com as propostas das tarefas visando o desenvolvimento da escrita espontânea e a aquisição da consciência numérica.
Do envolvimento de todos com o projeto (professores, estudantes e comunidade escolar) acontecerá através de avaliação coletiva, envolvendo a todos do início ao fim do processo, em diferentes etapas.

Referências
BRASIL/MEC. Ensino Fundamental de Nove Anos - Orientações básicas. Brasília: MEC/ Secretária de Educação Básica, 2009. 
PIRES, Liliane Lofft. Coleção Pitágoras - Ensino Infantil. Belo Horizonte: 2003 p.3 - 20.
TOSATO, Cláudia Mirian e TOSATO, Carla Cristina. Alfabetização Matemática - Coleção “Hoje é dia de Matemática”. Curitiba: 2ª edição, 2011, p. 228 - 232.
WEBB, Steave. Viviana, a Rainha do Pijama. São Paulo: Salamandra, 2011.

terça-feira, 24 de abril de 2018

Diferenças teóricas observadas entre Piaget e Vygotsky




Piaget
Vygotsky
Teoria construtivista
O desenvolvimento cognitivo se dá pelo processo de internalização da interação social com materiais fornecidos pela cultural.
Apresenta a dimensão interacionista, mas sua ênfase é colocada na interação do sujeito com o objeto físico.
Enfatiza o aspecto interacionista.
A criança se apropria de um conhecimento se “agir” sobre ele, pois aprender é modificar, descobrir, inventar.
Aprendizagem sempre inclui relações entre as pessoas.
Desenvolvimento cognitivo se dá pela assimilação do objeto de conhecimento a estruturas anteriores presentes no sujeito e pela acomodação dessas estruturas em função do que vai ser assimilado.
O centro do trabalho passa a ser, então, o uso e a funcionalidade da linguagem, o discurso e as condições de produção.


Maturação
Capacidades humanas
Fala egocêntrica: transição entre estados mentais individuais não verbais.
Fala egocêntrica: associada ao pensamento e indica que a trajetória da criança vai dos processos socializados para os processos internos.




segunda-feira, 16 de abril de 2018

ANÁLISE DA CENA



Observando a cena que nos foi oportunizada  foi possível identificar nas falas dos professores( Orquídea, Margarida,Rosa, Cravo e do diretor Antúrio)  modelos epistemológicos estudados ao longo das leituras,tendo em vista que  nas “falas” dos mesmos conseguimos perceber pontos do empirismo, apriorismo e do construtivismo.  E refletindo sobre a escola como organização escolar, notamos nitidamente a marca da institucionalização, muitas vezes tradicional de ensino. Para iniciar a exemplificação  podemos citar primeiramente a descrição do contexto da cena em que relata os objetivos da reunião e que visa a discussão das dificuldades enfrentadas pelos alunos e que se manifesta através dos índices  de avaliação. Quantas vezes vivenciamos essas mesmas situações em nossas escolas? Quantas vezes somente são analisadas as notas dos alunos e não o processo que ocorreu nesta trajetória de aprendizagens?
Quantas indagações aparecem ao longo da reflexão sobre a  escola que temos e queremos para nossa sociedade.
Inicialmente percebo a relação entre o contexto descrito com o texto Maquinaria Escolar, que fala sobre nossa escola, quanto estrutura de ensino. Que a escola não emergiu do nada, mas foi se “organizando” e instrumentalizando-se  como uma peça nestes sistema que é o ensino. Refletindo sobre o passado e o presente, infelizmente ainda percebemos  que nosso sistema educacional encontra-se nos moldes do passado, tanto na  questão de estrutura física, quanto na  pedagógica(lamento profundamente quando percebo, tal fato).
Quanto educador precisamos questionar se estamos fomentando alunos críticos e autônomos ou ainda estamos seguindo uma pedagogia tradicional de aprendizagem e visão pedagógica como a do Diretor Antúrio que fala:

Mas eu estou preocupado com o aumento da indisciplina na nossa escola. Na semana fui nas aulas de alguns professores-não vou citar nomes – e encontrei a maior bagunça . O professor precisa ter o controle da turma, ele fala e os alunos atendem. A escola sempre existiu para mostrar para as novas gerações o que se espera delas: dominar os conteúdos e ser disciplinado. Quem não concorda com isso deve procurar outra escola.

Será que existem muitos diretores ou professores Antúrios em nossas escolas? Ou somente é mais uma história sobre  contextos escolares que estamos tendo a oportunidade ou a obrigatoriedade de ler?
Ahh... são tantas as perguntas, mas acredito que tudo é um processo de vivências teóricas e empíricas que percorremos ao longo destas experiências.
Historicamente percebemos e somos bombardeados de situações que demonstram que nossa sociedade mudou,mas ao mesmo tempo percebemos que o sistema escolar permanece muito parecido, para não dizer que igual aos séculos passados. O acesso é para todos? Ou ainda permanece para poucos?
Esse espaço de aprendizagem que é a escola desafia o aluno ou reproduz modelos antigos de aprendizagem?
Quando nos é apresentado modelos pedagógicos com metodologias diferenciadas que fomentar aprendizagens e pensamentos “fora da caixa”, acredito que ainda temos esperança de aprendizagens com significados que considerem as experiências dos alunos. Podemos citar como exemplo  a escola da Ponte, que está situada em Portugal e modelos mais acessíveis como a da Escola de Ensino Fundamental Waldorf Querência que existe aqui em Porto Alegre. Que possuem propostas pedagógicas  embasadas em uma pedagogia libertária, baseada em uma aprendizagem livre, com responsabilidade, autonomia  e crítica. O professor é um  mediador, que ensina a aprende com seu aluno. 
A escola torna-se um espaço de descobertas e não um ambiente tradicional de ensino. E para embasar essa escrita cito a fala da professora Margarida que diz:

Agora tenho trabalhado com desafios. Acho que os alunos aprendem mais. Eles resolvem individualmente e depois discutem com os colegas em grupos. Enquanto eles trabalham eu converso com eles, esclareço dúvidas e coloco questionamentos. Como fechamento, discutimos as soluções que os grupos deram para os desafios.

Ela está fomentando uma aprendizagem pautada no construtivismo que torna-se um ambiente de aprendizagens por meio de descobertas, estabelecendo regras de convivências e de trabalho pedagógico. Desenvolvendo um conteúdo por assimilação dentro de uma proposta de embasada na problematização e interação. Assim  compreendendo o aluno como sujeito autônomo e que está desenvolvendo-se e colaborando para novas aprendizagens suas e dos demais.
Quando paramos para analisar cada professor descrito na cena, conseguimos nos identificar ou identificar nossos colegas professores (ou seriam educadores)?
Sim! ... Consigo me ver nas cenas descritas, como consigo identificar muitos colegas que pensam e ensinam de uma maneira tradicional. Pela experiência empírica que possuo como docente e aprendiz , me percebo como construtivista ,pois  acredito que a escola tem sim que ser um espaço de muitas descobertas, muitos questionamentos, dúvidas  e aprendizagens colaborativas. Não consigo me engessar num padrão pré-estabelecido pelo sistema educacional. Sempre procuro fazer o diferente, pois a diversidade me seduz de uma maneira gostosa em aprender novos conhecimentos, me desafiando para outras possibilidades. Não com “receitas” pedagógicas prontas, estabelecidas somente pelo professor,  mas sim com a colaboração de todos (alunos e professores) nesta busca de soluções e aprendizagens. Não quero me tornar uma Professora Orquídea que está frustrada em ter perdido finais de semana preparando “excelentes”(Ela acha isso. Será que os alunos pensam o mesmo?) aulas. E seus alunos não conseguem acertar nada.   
Continuo acreditando que o prazer do desafio é algo eficiente para que nossos alunos gostem de nossas aulas, que através de metodologias colaborativas fomentamos  possibilidades significativas de trocas de conhecimentos tanto teóricos,quanto  empíricos e assim conseguimos pensar e reprensar. Provocar aquela inquietude tão necessária no sujeito para que ele se torne realmente autônomo e critico de suas aprendizagens.
Portanto as cenas não são novas, assim como nosso sistema de ensino, as pessoas evoluem ( que bom!) ou não (infelizmente!) e essa maquinaria pode mudar suas “peças” e ações. Somente é necessário sair da comodidade e partir para a ação. É o movimento que faz toda a diferença e o resultado final não deve ser nosso objetivo principal, mas sim a análise deste processo. Com essa escrita não cheguei a uma conclusão, as perguntas ainda estão em minha cabeça e acredito que são elas que me  fazem continuar meus devaneios reflexivos na busca pela educação que realmente acredito.
Irei finalizar com aqueles famosos três pontinhos que expressam uma continuação constante de novas possibilidades... Até breve... Educação que almejo e necessito...




Referências:
BECKER, Fernando. Modelos pedagógicos e modelos epistemológicos. Educação e Realidade, Porto Alegre, p.89-96, 01 jun. 1994.
MACEDO, Lino de. O Construtivismo e sua função educacional. Educação e Realidade, Porto Alegre, p.25-31, 01 jun. 1993.
TOSTO, Rosanei. Escolas Democráticas Utopias ou Realidade. Revista Pandora Brasil, ISSN 2175-3318. v. 4. 2011.
VARELA, Julia et al. A Maquinaria Escolar. Teoria & Educação, São Paulo, n. 6, p.68-96, 1992. Disponível em: <https://pt.scribd.com/doc/70553618/Julia-Varela-e-Fernando-Alvarez-Uria-Maquinaria-Escolar-1>. Acesso em: 10 abr. 2018.






segunda-feira, 9 de abril de 2018

REFLEXÃO

Em nossa primeira aula da interdisciplina de Seminário Integrador VII nos foi apresentado do vídeo "Escolas Democráticas" que nos faz pensar o tipo de escola que temos e queremos. Quanto educadores e futuros educadores é importante analisar nosso papel quanto mediador de novos conhecimentos e qual nossa contribuição para novos desafios significativos para nossos alunos.
Na análise realizada em grupo destacamos a presença do ensino tradicional, onde não se fomenta no aluno a aprendizagem ativa, não considerando suas potencialidades e possibilidades na caminhada da aprendizagem. Minha aprendizagem no âmbito escolar foi embasada quase que totalmente no ensino tradicional, tive poucos educadores que fomentavam uma pedagogia ativa em sala de aula, como docente sempre procurei planejar atividades que envolvessem meus alunos, para que a aprendizagem tivesse outro sentido na busca de novos saberes.
Ao longo das aprendizagens quanto educadora percebi a necessidade de estabelecer um diálogo entre a prática e a teoria, para embasar meu trabalho quanto professora. É necessário considerar esses dois saberes para conseguir estabelecer possibilidades metodológicas significativas em sala de aula e que fomentem aprendizagens na escola. Aprendi muito com meus alunos durante esse processo docente, percebi alguns erros e também fui surpreendida pelas aprendizagens que vivenciei.
Ao final desse texto minha pergunta é: Vivenciamos de fato a Escola Democrática? Percebo que a maioria das instituições pelas quais passei, ainda não estava praticando o ensino democrático, com possibilidades diferenciadas, mas também destaco que tive a experiência de conviver com colegas que pensam a educação “fora da caixa” e dialogar com educadores que possuem outros olhares é um bálsamo na educação que acredito como sendo o caminho da aprendizagem com vários conhecimentos e com a participação de tod@s!









terça-feira, 3 de abril de 2018

Interdisciplina: DIDÁTICA, PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO



ATIVIDADE 1: Imagine que você é a professora da nova escola do menininho e responda as questões .

a.Quais seriam seus  desafios frente a essa criança?
O grande desafio da criança do texto e de  muitos alunos que fazem parte do cotidiano escolar é possibilitar um espaço criativo e autônomo dentro da escola. Não esquecendo que na ludicidade e no brincar se aprende muito. Tornar a sala de aula um espaço que possibilite o real sentido de autonomia e aprendizagens com real significado.


b.Quais atividades você, enquanto professor/a,desenvolve com seus  alunos de modo a possibilitar que estes cresçam com autonomia e desenvolvam sua criatividade?
            Em minhas atividades desenvolvidas, trabalhei sempre muito com materiais concretos e que eles pudesse usar  a criatividade, mesmo que não fosse considerado “bonito”, para que tivessem significados para eles. Jogos, atividades manuais e com as próprias criações dos alunos, faziam parte das atividades.


c.Que marcas da sua prática pedagógica você gostaria de deixar nos seus alunos?
Como marca pedagógica sempre procurei desenvolver a autonomia dos alunos e despertar o desafio para que eles tivessem a criatividade e ludicidade como possibilidades na aprendizagem. Sempre trabalhei com os alunos menores e vejo que a escola castra a autenticidade dos alunos  desde a infância, querendo colocar os mesmo em um padrão pré-estabelecido, em minhas aulas sempre procurei dar asas à eles, para que eles pudessem criar e assim aprender com significado. 
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