segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Gaiolas ou Asas? ... Por Rubem Alves - Quadro comparativo entre as diferenças de "Escolas Gaiolas" e "Escolas Asas"

Na atividade da semana somos desafiados a fazer um quadro comparativo entre as "escolas gaiolas" e o que são "escolas asas". Abaixo segue essa comparação, tendo as palavras do autor como exemplos.



Escolas Gaiolas
Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do voo.

 Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados têm sempre um dono. Deixaram de ser pássaros.

 Porque a essência dos pássaros é o voo.

Escolas Asas

Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são os  pássaros em voo.

Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o voo, isso  elas não podem fazer, porque o voo já nasce dentro dos pássaros. O voo não pode ser  ensinado. Só pode ser encorajado.





ALVES, Rubem. Gaiolas ou asas?
 In: ALVES, Rubem. Por uma educação romântica. Campinas: Papirus, 2002, p. 29-32.


Segue o link para a Leitura do texto: 

sábado, 24 de setembro de 2016

Apresentando o PEAD no XII Salão de Ensino -UFRGS

Foi  gratificante e desafiador apresentar o relato de experiência da graduação, no XII Salão de Ensino -UFRGS, intitulado " PEAD: Interdisciplinaridade como Mola Propulsora de Novos Saberes", fomentando assim o trabalho pedagógico que estamos vivenciando, trazendo teoria e práticas nesse processo de aprendizagem. Minha apresentação ocorreu dia 14/09/16, no Campus do Vale  e esteve presente nesse momento minha orientadora, professora Cíntia Inês Boll. Fica meu agradecimento à ela pelo apoio, profissionalismo e atenção. 







RESUMO: O presente trabalho visa realizar um relato de experiência no curso de graduação em pedagogia a distância - PEAD, que tem a interdisciplinaridade como mola propulsora na busca por novos saberes e reflexão sobre os saberes existentes, assim integrando os mais variados conteúdos das disciplinas com as práticas empíricas dos alunos participantes. Sendo que a tecnologia oportunizada em nossas atividades, torna-se um recurso diferenciado de possibilidades metodológicas e empíricas que corroboram para um novo olhar em relação de como usar as novas tecnologias em nossas práticas docentes. A avaliação dos alunos do curso é realizada de uma maneira constante e participativa, tendo ao final de cada semestre seminários integradores do eixo, onde os alunos apresentam aos colegas e professores suas pesquisas e reflexões sobre teoria e prática, fazendo uso das diversas tecnologias existentes.   

Palavras-chave: PEAD - Interdisciplinaridade -Tecnologia. 




Referências:
FREIRE, P. Política e educação. São Paulo: Cortez, 1997.
––––––––––Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 2001.
MORAN, José Manuel; MASETTO, Marcos T.; BEHRENS, Marilda Aparecida. Novas tecnologias e mediação pedagógica. Campinas: Papirus, 2000.
PÉREZ GÓMEZ, A. I. A cultura escolar na sociedade neoliberal. Porto Alegre: ARTMED,2001.








Atividade: Releitura com escrita coletiva

INTERDISCIPLINA : Seminário Integrador IV
NOMES:Aline Bernardi Capriolli, Aline Machado, Ana Cintia Brasil, Rejane Fortes e Simone Bittencuort








AS NOVAS TECNOLOGIAS



As novas tecnologias vêm modificando a cada dia nossas vidas e como nos relacionamos com o mundo ao nosso redor, independente do nível social ou idade estamos inseridos em uma sociedade digital. E a educação como todos os outros setores sociais não pode continuar sendo um mundo à parte,em que as novas tecnologias sejam somente mais um material de apoio. Portanto, a formação continuada do professor na área das  novas tecnologias é imprescindível, tendo em vista as escolas precisam se adequar a essa realidade para envolver os alunos e assim tornar a escola interessante e desafiante.

       Apesar de muitas  escolas públicas brasileiras possuírem  fatores que limitam o amplo uso das tecnologias nas salas de aula, entre essas limitações podemos citar as conexões precárias,a falta de laboratórios de informática ou o seu sucateamento dificultando a professores e alunos uma inserção real,na escola, o mundo digital  e no uso das novas tecnologias. A maioria dos estudantes possuem algum equipamento que possibilite a ele conectar-se a rede mundial de computadores, atualmente os telefones celulares,por exemplo, exercem múltiplas funções.

        A utilização destes equipamentos nas escolas tem que ser revista e discutida, pois, muitos alunos dominam os recursos existentes em seus celulares ou computadores, no entanto não conseguem ver uma função social além do relacionar-se ou jogar com seus pares. O grande desafio da escola é incentivar a seus estudantes que criam outros mecanismos de uso partindo daqueles que já conhecem, neste sentido segundo VARELA, 2010,s.p. “Nesse caso ,o sujeito passa a ser autor, e as tecnologias digitais apresentam diversas facilidades que permitem às pessoas serem autoras,produtoras e disseminadoras de conhecimento”, assim fomentando entre nossos alunos as mais variadas possibilidades tecnológicas.

Referências


VALENTE, José Armando.As tecnologias digitais e os diferentes letramentos. As diferentes dimensões do aprender, 2001. s/p Publicado na revista Pátio, Ano IV, n. 15.Disponível em <http://www.revistapatio.com.br/sumario_conteudo.aspx?id=597>Acessado em 11/09/2016.

domingo, 4 de setembro de 2016

Retomada da Síntese Reflexiva do Eixo III

Discussão realizada em pequenos grupos


Componentes do Grupo 4:  Aline Bernardi Capriolli,Ana Cintia Brasil, Rejane Fortes,Ana Paula Comper e Josiana Félix.



Para o portfólio



Qual o significado atual do portfólio? Houve alguma mudança na sua forma de entendê-lo e nas suas postagens? 
 Ocorreu uma mudança na maneira da escrita no blog, tendo em vista que agora procuramos embasar nossas postagens/reflexões, relacionando aprendizagens com práticas e teorias.                                             

O que se aprende nessa escrita ?
 Aprendemos  fomentar reflexões sobre nossas práticas docentes e as teorias apresentadas durante nossas interdisciplinas.


Que dificuldades  envolvem essa escrita?
Ter a resposta se a linha de pensamento e escrita não estão divergentes com os conceitos abordados nas disciplinas.


Para a síntese reflexiva

O que é uma síntese reflexiva de um semestre?
Seria o aprendizado vivenciado  ao longo do semestre, do qual conseguimos nos apropriar.


O que se aprende nessa escrita e na apresentação da síntese?
 Ampliam nossas possibilidades acadêmicas e empíricas, através da troca entre colegas e tutores,além de propiciar autonomia nesse processo de ensino aprendizagem.   Ressaltamos a importância de termos um retorno sobre nossas apresentações, afim de melhorarmos nossas apresentações futuras.


Que dificuldades  envolveram essa escrita?
 Ainda percebemos uma dificuldade em alguns momentos em desenvolver os conceitos que foram vistos ao longo do semestre e assim como em colocar a escrita nas normas da ABNT.