O ano letivo chegou ao fim...
Aproveito para indicar um link da Revista Nova Escola onde têm dicas de leituras, músicas, museus virtuais,passeios e outras possibilidades...
http://revistaescola.abril.com.br/ferias/
domingo, 27 de dezembro de 2015
Confraternização do PEAD
“São muito importantes os encontros com outros,
com pessoas ou lugares, porque propiciam inspiração e coragem para se escapar
às rotinas tediosas.”
Theodor Zeldin - Historiador inglês
Que venham muitos outros encontros da turma...
Theodor Zeldin - Historiador inglês
Que venham muitos outros encontros da turma...
Presente do amigo secreto.
Em Churrascaria Laçador-POA / 19/12/2015
Experiências escolares alternativas
Governo institui diretrizes curriculares para quilombolas
Em cerimônia realizada no Palácio do Planalto nesta quarta-feira, 21, foi assinado o documento de diretrizes curriculares nacionais para a educação escolar quilombola, que institui orientações para que os sistemas de ensino formulem projetos político-pedagógicos adequados à especificidade das vivências, realidades e história das comunidades quilombolas do país. Aprovadas anteriormente pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), as diretrizes foram publicadas na edição desta quarta-feira, 21, no Diário Oficial da União.
A presidenta Dilma Rousseff também anunciou ações de inclusão produtiva, regularização fundiária e direitos e cidadania dessa população. De acordo com o cadastro único dos programas sociais do governo federal, 23,5% dos quilombolas inscritos no sistema não sabem ler.
A aprovação das diretrizes é resultado de trabalho que teve início em 2011, na Câmara de Educação Básica (CEB) do CNE. A motivação, porém, é anterior. Em 2010, debates durante a Conferência Nacional de Educação (Conae) resultaram na inclusão da educação escolar quilombola como modalidade da educação básica. Isso significa que a regulamentação da educação escolar quilombola nos sistemas de ensino deve ser consolidada nacionalmente e seguir orientações curriculares gerais da educação básica.
As diretrizes também devem incluir as orientações do Parecer CNE/CP 3/2004, contido na Resolução CNE/CP 1/2004, sobre a obrigatoriedade do ensino de história e da cultura afro-brasileira nos currículos das escolas públicas e privadas da educação básica, como estabelece a Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003.
Para subsidiar as diretrizes curriculares nacionais para a educação escolar quilombola houve ampla participação das comunidades remanescentes, de educadores, pesquisadores e representantes dos movimentos sociais, além do governo federal. Foram realizadas audiências no Maranhão e na Bahia, em razão do alto número de comunidades remanescentes de quilombos nesses estados, e no Distrito Federal. A aprovação das diretrizes atende à legislação brasileira e a convenções internacionais das quais o Brasil é signatário.
Etnia — De acordo com o artigo 2º do Decreto nº 4.887, de 20 de novembro de 2003, os quilombos são “grupos étnico-raciais segundo critérios de autoatribuição, com trajetória histórica própria, dotados de relações territoriais específicas, com presunção de ancestralidade negra relacionada com a resistência à opressão histórica sofrida”. As comunidades quilombolas no Brasil são múltiplas e variadas e se encontram distribuídas em todo o território nacional, tanto no campo quanto nas cidades.
No Brasil, existem hoje, segundo os dados da Fundação Cultural Palmares do Ministério da Cultura, 3.754 comunidades identificadas, com maior concentração no Maranhão, na Bahia e em Minas Gerais.
As diretrizes curriculares nacionais para a educação escolar quilombola constam da Resolução nº 8 do CNE, Câmara de Educação Básica, publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 21, seção 1, página 26.
Paula Filizola
A presidenta Dilma Rousseff também anunciou ações de inclusão produtiva, regularização fundiária e direitos e cidadania dessa população. De acordo com o cadastro único dos programas sociais do governo federal, 23,5% dos quilombolas inscritos no sistema não sabem ler.
A aprovação das diretrizes é resultado de trabalho que teve início em 2011, na Câmara de Educação Básica (CEB) do CNE. A motivação, porém, é anterior. Em 2010, debates durante a Conferência Nacional de Educação (Conae) resultaram na inclusão da educação escolar quilombola como modalidade da educação básica. Isso significa que a regulamentação da educação escolar quilombola nos sistemas de ensino deve ser consolidada nacionalmente e seguir orientações curriculares gerais da educação básica.
As diretrizes também devem incluir as orientações do Parecer CNE/CP 3/2004, contido na Resolução CNE/CP 1/2004, sobre a obrigatoriedade do ensino de história e da cultura afro-brasileira nos currículos das escolas públicas e privadas da educação básica, como estabelece a Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003.
Para subsidiar as diretrizes curriculares nacionais para a educação escolar quilombola houve ampla participação das comunidades remanescentes, de educadores, pesquisadores e representantes dos movimentos sociais, além do governo federal. Foram realizadas audiências no Maranhão e na Bahia, em razão do alto número de comunidades remanescentes de quilombos nesses estados, e no Distrito Federal. A aprovação das diretrizes atende à legislação brasileira e a convenções internacionais das quais o Brasil é signatário.
Etnia — De acordo com o artigo 2º do Decreto nº 4.887, de 20 de novembro de 2003, os quilombos são “grupos étnico-raciais segundo critérios de autoatribuição, com trajetória histórica própria, dotados de relações territoriais específicas, com presunção de ancestralidade negra relacionada com a resistência à opressão histórica sofrida”. As comunidades quilombolas no Brasil são múltiplas e variadas e se encontram distribuídas em todo o território nacional, tanto no campo quanto nas cidades.
No Brasil, existem hoje, segundo os dados da Fundação Cultural Palmares do Ministério da Cultura, 3.754 comunidades identificadas, com maior concentração no Maranhão, na Bahia e em Minas Gerais.
As diretrizes curriculares nacionais para a educação escolar quilombola constam da Resolução nº 8 do CNE, Câmara de Educação Básica, publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 21, seção 1, página 26.
Paula Filizola
Relato de experiências
Vou relatar a experiência com um aluno autista
com o qual trabalhei por dois anos como
professora de apoio. Constantemente a professora titular falava que o aluno
deveria ir para uma escola especial, tendo em vista o processo lento das
aprendizagens do mesmo e maneira instável que apresentava. Foi um processo
realmente muito lento, mas ao final dos dois anos conseguimos perceber o avanço
do aluno, colegas e professores foram percebendo a evolução do dele. Tanto nas
questões cognitivas, quanto nas sociais que a meu ver no caso dele foi o mais
importante, tendo em vista que ele não interagia com ninguém e não conseguia
participar das atividades que tinham barulho.
É muito importante ter um olhar diferenciado com
os alunos, não podemos esquecer que não se trabalha somente o cognitivo na
escola. Sei na prática como é difícil trabalhar com a educação especial,
respeitar o tempo que o aluno precisa é
um exercício fundamental para se conseguir alcançar os objetivos. Mas quando
respeitamos esse tempo e persistimos na prática docente com esses alunos,
conseguimos perceber os ganhos do aluno para sua vida na escola.
Perceber a mudança do discurso dos colegas
professores em relação ao aluno é algo que dinheiro algum paga, pois ver teu
trabalho com sensibilidade fomentar-se é algo sensacional. Ainda hoje mesmo ele
não sendo meu aluno procuro saber como está a aprendizagem dele e saber que ele
continua evoluindo é muito gratificante. Precisamos acreditar no potencial dos
nossos alunos ao mesmo tendo que devemos respeitar seu ritmo de aprendizagem,
tendo em vista que cada um tem seu tempo para aprender. Ao final aprendemos muito mais que ensinamos.
Bonecas Abayomi
Na atividade da disciplinas de Infâncias, realizamos uma reflexão sobre as questões étnico-raciais. Relacionando com tal atividade compartilho uma reportagem sobre a história das bonecas Abayomi que representam a resistência, tradição e o empoderamento feminino Afro.
http://www.geledes.org.br/bonecas-abayomi-simbolo-de-resistencia-tradicao-e-poder-feminino/
http://www.geledes.org.br/bonecas-abayomi-simbolo-de-resistencia-tradicao-e-poder-feminino/
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
Jogos de Sons
Jogo 1: Dados gigantes
Com caixas confeccionei dados das consoantes e um dado das vogais. Os alunos jogavam os dados separadamente e assim formavam uma sílaba. Após deveriam oralmente falar o som que formava e dizer uma palavra com aquela sílaba.
Jogo 2: Pescaria das sílabas
Em uma piscina infantil foi colocado peixes com sílabas e numerados. Aos pescar os alunos deveriam dizer qual palavra que foi formada e após fazer a adição e subtração dos números que estavam nos peixes.
Nascimento da Psicanálise
Boa noite!
Segue o link de um vídeo que fala sobre o início da Psicanálise.
https://www.youtube.com/watch?v=9LvSoCe0ioo
Segue o link de um vídeo que fala sobre o início da Psicanálise.
https://www.youtube.com/watch?v=9LvSoCe0ioo
PENSANDO APRENDIZAGEM
1)
O que é aprendizagem?
É o processo pelo qual adquirimos
competências, habilidades, conhecimentos ou comportamentos.
2)
Como ocorre a aprendizagem?
Ocorrer por meio
teórico ou empírico. Podemos observar, analisar, avaliar entre diversas maneiras.
3)
Qual a relação entre aprendizagem e desenvolvimento?
Aprendizagem está fortemente relacionada ao desenvolvimento
de cada sujeito. Precisamos de orientação, estudo sobre como ocorre esses
processo de desenvolver nossas potencialidades e conhecimentos.
4)
Qual a relação entre ensino e aprendizagem?
A relação ensino e aprendizagem estão
interligadas, tendo em vista que é necessário um diálogo constante entre ambas.
O professor ensina e aprende, assim como o aluno é uma troca mútua de saberes.
5) Qual a relação entre afeto e aprendizagem?
Primordial para
que ocorra conhecimentos significativos.
6) Considerando suas respostas anteriores, como
deveria ser, na sua opinião, o ensino na escola?
O ensino na escola deveria respeitar as
múltiplas inteligências e potencialidades do sujeito, sabemos que nem sempre
isso ocorre (infelizmente). E que além do cognitivo não podemos esquecer a
afetividade na educação. Fomentar sua criticidade, levando em conta os saberes
pré-existentes.
CONCEITO DE INFÂNCIA(S)
A infância é uma das etapas pelo qual passamos, onde iniciamos todo nosso processo de desenvolvimento orgânico, cognitivo, emocional/afetivo.
Para Piaget as fases do desenvolvimento infantil são.
No Estágio sensório-motor, que vai do zero até os 2 anos de idade, é onde se inicia o desenvolvimento das coordenações motoras, a criança aprende a diferenciar os objetos do próprio corpo e os pensamentos das crianças está vinculado ao concreto.
Já no Estágio simbólico, que é dos 2 até por volta dos 7 anos, o pensamento da criança está centrado nela mesma, é um pensamento egocêntrico. E é nesta fase que se apresenta a linguagem, como socialização da criança, que se dá através da fala, dos desenhos e das dramatizações.
No Estágio Conceptual, que é dos 7 até por volta dos 11, a criança continua bastante egocêntrica, ainda tem dificuldade de se colocar no lugar do outro. E a predominância do pensamento está vinculado mais acomodações do que as assimilações.
No último Estágio que é o das Operações Formais que vai por volta dos 11 anos até a vida adulta, é uma fase de transição, de criar ideias e hipóteses do pensamento. A linguagem tem um papel fundamental para se comunicar.
Já no Estágio simbólico, que é dos 2 até por volta dos 7 anos, o pensamento da criança está centrado nela mesma, é um pensamento egocêntrico. E é nesta fase que se apresenta a linguagem, como socialização da criança, que se dá através da fala, dos desenhos e das dramatizações.
No Estágio Conceptual, que é dos 7 até por volta dos 11, a criança continua bastante egocêntrica, ainda tem dificuldade de se colocar no lugar do outro. E a predominância do pensamento está vinculado mais acomodações do que as assimilações.
No último Estágio que é o das Operações Formais que vai por volta dos 11 anos até a vida adulta, é uma fase de transição, de criar ideias e hipóteses do pensamento. A linguagem tem um papel fundamental para se comunicar.
Piaget. J. A Vida e o Pensamento do Ponto de Vista da Psicologia Experimental e da Epistemologia Genética. In.: Piaget. Rio de Janeiro: Forense Universitária.
Piaget. J. A Epistemologia Genética. Trad. Nathanael C. Caixeira. Petrópolis: Vozes, 1971. 110p
Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO
http://www.portaleducacao.com.br/psicologia/artigos/55035/jean-piaget-e-as-fases-do-desenvolvimento-infantil#ixzz3pVz3UAPG
Piaget. J. A Epistemologia Genética. Trad. Nathanael C. Caixeira. Petrópolis: Vozes, 1971. 110p
Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO
http://www.portaleducacao.com.br/psicologia/artigos/55035/jean-piaget-e-as-fases-do-desenvolvimento-infantil#ixzz3pVz3UAPG
Refletindo sobre o texto Maquinaria Escolar
Infelizmente o sistema educacional permanece nos mesmos moldes do passado, tanto na estrutura física quanto pedagógica. O que é ainda pior. Antigamente o público alvo das escolas era composto pela elite, o ensino não era para todos.
As escolas ainda em sua maioria seguem os modelos tradicionais de ensino, mas aos poucos algumas instituições estão repensando suas metodologias. Podemos citar exemplos com a escola da Ponte, em Portugal e alguns projetos no Brasil nos meus moldes estão tomando força, cito o Projeto Âncora como citou uma colega na postagem anterior e em Porto Alegre existe a Escola de Ensino Fundamental Waldorf Querência que tem uma outra proposta pedagógica.
A sociedade mudou e o sistema escolar permanece o mesmo, precisamos contestar a estrutura atual, possibilitando aos nossos alunos autonomia e criticidade. Usar o foco de interesses do mesmo como instrumento desafiante para que a escola seja prazerosa. E repensar constantemente nossa prática e para conseguir isso, precisamos continuar estudando e pensando nosso papel de educador.
Ser professor ...
Refletindo sobre uma atividade da disciplina de Escolarização, Espaço e Tempo na Perspectiva Histórica encontrei um material interessante da revista Nova Escola que gostaria de compartilhar com os demais colegas.
Segue o link: http://revistaescola.abril.com.br/politicas-publicas/carreira/ser-professor-escolha-poucos-docencia-atratividade-carreira-vestibular-pedagogia-licenciatura-528911.shtml
Segue o link: http://revistaescola.abril.com.br/politicas-publicas/carreira/ser-professor-escolha-poucos-docencia-atratividade-carreira-vestibular-pedagogia-licenciatura-528911.shtml
MAIS DE 50 BRINCADEIRAS PARA ALFABETIZAR
- Jogos de Alfabetização
- Jogo dos 07 erros
01 - A prof.ª elabora uma lista de palavras e, em 7 delas, substitui uma letra por outra que não faça parte da palavra. A criança deve localizar essas 7 substituições. 02 - A prof.ª elabora uma lista de palavras e, em 7 delas, inverte a ordem de 2 letras(ex: cachorro – cachorro). A criança deve achar esses 7 erros. - 03 - A prof.ª elabora uma lista de palavras e, em 7 delas, omite uma letra. O aluno deve localizar os 7 erros.
- 04 - A prof.ª elabora uma lista de palavras e, em 7 delas, acrescenta 1 letra que não existe. A criança deve localizar quais são elas.
05 - A prof.ª escreve um texto conhecido (música, parlenda, etc.) e substitui 7 palavras por outras, que não façam parte do texto. O aluno deve achar quais são elas. - 06 - A prof.ª escreve um texto conhecido (música, parlenda, etc.) e omite 7 palavras. O aluno deve descobrir quais são elas.
- 07 - A prof.ª escreve um texto conhecido (música, parlenda, etc.) e inverte a ordem de 7 palavras. O aluno deve localizar essas inversões.
- 08 - A profª escreve um texto conhecido (música, parlenda, etc.) e acrescenta 7 palavras que não façam parte dele. A criança deve localizar quais são elas.
- Caça palavras
- 01 - A prof.ª monta o quadro e dá só uma pista: “Ache 5 nomes de animais” por exemplo.
- 02 - A prof.ª monta o quadro e escreve, ao lado, as palavras que o aluno deve achar.
- 03 - A prof.ª dá um texto ao aluno e destaca palavras a serem encontradas por ele, dentro do texto.
- Jogo da Memória
- 01- O par deve ser composto pela escrita da mesma palavra nas duas peças, sendo uma em letra bastão, e a outra, cursiva.
- 02 - O par deve ser idêntico e, em ambas as peças, deve haver a figura acompanhada do nome.
- 03 - O par deve ser composto por uma peça contendo a figura, e a outra, o seu nome.
- Cruzadinha
- 01- A prof.ª monta a cruzadinha convencionalmente, colocando os desenhos para a criança pôr o nome. Mas, para ajudá-las, faz uma tabela com todas as palavras da cruzadinha em ordem aleatória. Assim, a criança consulta a tabela e “descobre” quais são os nomes pelo número de letras, letra inicial, final, etc.
- 02 - A prof.ª monta a cruzadinha convencionalmente, colocando os desenhos para a criança pôr o nome. Mas, para ajudá-las, faz um quadro com todos os desenhos e seus respectivos nomes, para que a criança só precise copiá-los, letra a letra.
- 03 - A prof.ª monta a cruzadinha convencionalmente, colocando os desenhos para a criança escreva seus nomes.
- As cartelas devem conter letras variadas. Algumas podem conter só letras do tipo bastão; as outras, somente cursivas; e outras, letras dos dois tipos, misturadas. Bindo das Letras -
- Bingo de palavras -as cartelas devem conter palavras variadas. Algumas podem conter só palavras do tipo bastão; as outras, somente cursivas; e outras, letras dos dois tipos.
- Bingo de iniciais -a profª deve eleger uma palavra iniciada por cada letra do alfabeto e distribuí-las, aleatoriamente, entre as cartelas. (+/- 6 palavras por cartela). A profª sorteia a letra e o aluno assinala a palavra sorteada por ela.
- Bingo de letras variadas -as cartelas devem conter letras variadas. A profª dita palavras e a criança deve procurar, em sua cartela, a inicial da palavra ditada.
- A profª monta quebra cabeças de rótulos e logomarcas conhecidas e, na hora de montar, estimula a criança a pensar sobre a “ordem das letras”Quebra Cabeça de rótulos -
- Dominó de palavras -em cada parte da peça deve estar uma palavra, com a respectiva ilustração.
- Ache o estranho -a prof.ª recorta, de revistas, rótulos, logomarcas, embalagens, etc. Agrupa-os por categoria, deixando sempre um “estranho” (ex: 3 alimentos e um produto de limpeza; 4 coisas geladas e 1 quente; 3 marcas começadas por “A” e uma por “J”; 4 marcas com 3 letras e 1 com 10, etc.) Cola cada grupo em uma folha, e pede ao aluno para achar o estranho.
- Procure seu irmão 1 -os pares devem ser um rótulo ou logomarca conhecidos e, seu respectivo nome, em letra bastão.
- Procure seu irmão 2 -os pares devem ser uma figura e sua respectiva inicial.
- Jogo do alfabeto -
Utilize um alfabeto móvel (1 consoante para cada 3 vogais). Divida a classe em grupo e entregue um jogo de alfabeto para cada um.Vá dando as tarefas, uma a uma: - levantar a letra;- organizar em ordem alfabética;- o professor fala uma letra e os alunos falam uma palavra que inicie com ela;- formar frases com a palavra escolhida;- formar palavras com o alfabeto móvel;- contar as letras de cada palavra; - separar as palavras em sílabas; - montar histórias com as palavras formadas;- montar o nome dos colegas da sala;- montar os nomes dos componentes do grupo. - Pares de Palavras -
Objetivo: utilizar palavras do dicionário. Destreza predominante: expressão oral Desenvolvimento: O professor escolhe algumas palavras e as escreve na lousa dentro de círculos (1 para cada palavra). Dividir a classe em duplas. Cada dupla, uma por vez, dirigir-se-á até a lousa e escolherá um par de palavras formando uma frase com elas. A classe analisará a frase e se acharem que é coerente a dupla ganha 1 ponto e as palavras são apagadas da lousa. O jogo termina quando todas as palavras forem apagadas. - Formando palavras -Número de jogadores: 4 por grupo.Material: 50 cartões diferentes (frente e verso).Um kit de alfabeto móvel por grupo (com pelo menos oito cópias de cada letra do alfabeto)Desenvolvimento: Embaralhe os cartões e entregue dez deles para cada grupo;Marque o tempo – 20 minutos – para formarem a palavra com o alfabeto móvel no verso de cada desenho. Ganha o jogo o grupo que primeiro preencher todos os cartões.Variações: Classificar (formar conjuntos) de acordo:- com o desenho da frente dos cartões; - com o número de letras das palavras constantes dos cartões; - com o número de sílabas das palavras dos cartões; - com a letra inicial;
- Treino de rimas -Várias cartas com figuras de objetos que rimam de três formas diferentes são colocadas diante das crianças. Por exemplo, pode haver três terminações: /ão/, /ta/, /ço/. Cada criança deve então retirar uma carta, dizer o nome da figura e colocá-la numa pilha com outras figuras que tenham a mesma rima. O teste serve para mostrar as palavras que terminam com o mesmo som. Ao separá-las de acordo com o seu final, juntam-se as figuras em três pilhas com palavras de terminações diferentes.
- Treino de aliterações -Em uma folha com figuras, a criança deve colorir as que comecem com a mesma sílaba de um desenho-modelo (por exemplo, desenho-modelo: casa; desenhos com a mesma sílaba inicial: caminhão, cama, caracol; desenhos com sílabas iniciais diferentes: xícara, galinha, tartaruga). A mesma atividade pode ser depois repetida enfatizando-se a sílaba final das palavras (por exemplo, desenho-modelo: coração; desenhos com o mesmo final: televisão, leão, balão, mão; desenhos com finais diferentes: dado, uva, fogo).
- Treino de consciência de palavras- Frases com palavras esquisitas, que não existem de verdade, são ditadas para a criança, que deve corrigir a frase. Substitui-se a pseudopalavra por uma palavra correta. Por exemplo, troca-se "Eu tenho cinco fitos em cada mão" por "Eu tenho cinco dedos em cada mão". Nesse jogo, palavras irreais são trocadas por palavras que existem de verdade, deixando a frase com sentido. Mostra-se que, ao criar frases com palavras que não existem, essas não têm significado.
- Quantas sílabas tem?A professora fala uma palavra e o aluno “bate palma(s)” de acordo com o número de sílabas.
- Qual é a palavra?A professora fala uma palavra (BATATA) e os alunos repetem omitindo a sílaba inicial (TATA) ou a final (BATA)
- Lá vai a barquinha carregadinha de...A professora fala uma LETRA (ou sílaba) e as crianças escolhem as palavras. Ex.: frutas iniciadas com M - maçã, morango, melão, etc...
- Adivinhando a palavra -O professor fala uma palavra omitindo a sílaba final e os alunos devem adivinhar a palavra. (ou a inicial)
- Quantas sílabas tem a palavra?A professora fala uma palavra e a criança risca no papel de acordo com o número de sílabas (ou faz bolinhas)
- Descoberta de palavras com o mesmo sentido- Ajude o aluno a perceber que o mesmo significado pode ser representado por mais de uma palavra. Isso é fácil de constatar pela comparação de frases como as que se seguem: • O médico trata dos doentes • O doutor trata dos doentes. Forneça, em frases, exemplos do emprego de sinônimos de uso comum como: • Bonita, bela; • Malvado, mau; • Rapaz; moço • Bebê; neném; • Saboroso; gostoso...
- Descoberta de palavras com mais de um significado -Com essa atividade, os alunos perceberão que palavras iguais podem ter significados diferentes. Ajude-os a formar frases com as palavras: manga, botão, canela, chato; corredor; pena, peça; etc
- Respondendo a perguntas engraçadas -Faça-as pensar sobre a existência de homônimos através de brincadeiras ou adivinhações:• a asa do bule tem penas? • O pé da mesa usa meia? • A casa do botão tem telhado?
- Escrita com música -1) dividir os alunos em equipes de 4 elementos; 2) distribuir, entre as equipes, uma folha de papel; 3) apresentar às equipes uma música previamente selecionada pelo professor; 4) pedir que o aluno 1 de cada uma das equipes registre, na folha, ao sinal dado pelo professor, suas idéias, sentimentos, emoções apreendidas ao ouvir a música; 5) solicitar-lhe que, findo o seu tempo, passe a folha ao aluno 2, que deverá continuar a tarefa. E assim sucessivamente, até retornar ao aluno 1, que deverá ler o produto final de todo o trabalho para toda a classe.Observação: a folha de papel deverá circular no sentido horário.
- Conversa por escrito -1) dividir a classe em duplas; 2) entregar a cada uma das duplas uma folha de papel; 3) pedir às duplas que iniciem uma conversa entre seus elementos (ou pares), mas por escrito.Observações: 1) a dupla poderá conversar sobre o que quiser, mas deverá registrar a conversa na folha recebida; 2) a dupla não precisará ler sua conversa à classe; apenas o fará, se estiver disposta a tanto.Objetivo específico dessa atividade: ensejar a reflexão sobre as diferenças entre a linguagem oral e a escrita.
- Interpretando por escrito -1) dividir os alunos em equipes de 4 elementos cada uma; 2) numerá-los de 1 a 4; 3) distribuir, entre as mesmas, pequenas gravuras (se possível de pinturas abstratas); 4) solicitar que cada uma das equipes registre, por escrito, o que entendeu sobre os quadros propostos; 5) ler as interpretações obtidas.
- Brincando com as cores -1) dividir a classe em equipes de 4 elementos; 2) numerar os participantes de cada uma; 3) distribuir, entre elas, as cores: atribuir uma cor (vermelho, verde, amarelo, azul, etc.) a cada uma das equipes ou grupos; 4) pedir que cada um dos elementos de cada uma das equipes registre, numa folha de papel que circulará entre os participantes, suas impressões a respeito da cor recebida; 5) solicitar das equipes a leitura das impressões registradas.Observações: a mesma atividade poderá ser realizada, mas sem a entrega de cores às equipes. Neste caso, cada um dos grupos deverá produzir um pequeno texto sobre uma cor, sem nomeá-la, mas procurando “dar pistas” a respeito da mesma, a fim de que os colegas possam descobri-la. Algumas equipes poderão ler seus textos e, se a cor não for descoberta, o professor poderá organizar uma discussão sobre esse fato, apontando, alguns fatores que talvez tenham dificultado a não identificação. Outra atividade com cores poderá ser a dramatização por meio de gestos, ou mímica, de uma cor escolhida pela(s) equipe(s).
- Compondo um belo texto-poema -1) dividir os alunos em equipes ou grupos; 2) indicar a cada uma três substantivos - chave do poema: mar, onda, coqueiro; 3) marcar, no relógio, 10 (dez) minutos para a composição dos poemas; 5) expor, no mural de classe, os textos produzidos pelas equipes.
- Cinema imaginário -1) dividir a sala em equipes ou grupos; 2) apresentar às equipes três ou quatro trechos (curtos) de trilhas sonoras de filmes; 3) solicitar que os alunos imaginem cenas cinematográficas referente às trilhas ouvidas; 4) interrogar os alunos sobre o que há de semelhante e o que há de diferente nas cenas imaginadas por eles.“A partir das respostas a essas perguntas, o professor discutirá, com os alunos, o papel do conhecimento prévio e o das experiências pessoais e culturais que compartilhamos, para que possamos compreender textos (verbais, não-verbais, musicados, ...)
- Criação de um país imaginário -1) dividir os alunos em equipes ou grupos; 2) pedir-lhes que produzam um texto, com ou sem ilustração, descrevendo um país imaginário, de criação da equipe; 3) solicitar que cada uma dessas leia para as demais o texto produzido por ela; 4) afixar, no mural da sala, os textos produzidos pelas equipes.
- “ Se eu fosse ...” -1) dividir a classe em equipes ou grupos; 2) pedir que cada uma complete as lacunas ou pontilhado com o nome de um objeto, animal, planta, personagem ou personalidade humana que gostaria de ser; 3) solicitar que escrevam e/ou desenhem a respeito do que gostariam de ser; 4) pedir que exponham suas produções aos colegas; 5) sugerir que as coloquem no mural ou varal de classe.
- Jogo do segredo (telefone sem fio) -Dizer uma pequena frase a uma criança e ela diz essa frase ao ouvido da criança que está ao seu lado e assim sucessivamente até percorrer as crianças todas. A ultima diz a frase em voz alta para vermos se coincidiu com a frase inicial.
- Jogo de formação de frases -Montagem: faça várias cartelas em cores diferenciadas, contendo: os substantivos, ações, conectivos e pontuação, separadamente. (ex: substantivos em rosa, conectivos em azul, etc.). Como jogar: a professora entrega a uma dupla de alunos cartelas contendo palavras, vogais e pontuação embaralhadas. Em seguida, pede a ela que forme as frases corretamente. Em outro momento, pergunta-lhe se é possível trocar elementos frasais com as demais duplas. Assim, os alunos treinam, de maneira lúdica, a comparação entre frases e entre elementos que estruturam uma frase, sem preocupar-se com nomenclatura. Em momento algum, a professora comenta a divisão de cores dos elementos. Ela deixa o aluno descobrir as diferenciações, instigando-o a reparar as diferenças. Outra forma de brincar é fazer com que uma criança monte a frase e a outra a leia em voz alta.
Jogo da caixa com nomes
Material: fichas com os nomes das crianças e três caixas de sapato.
Finalidade: Terminar primeiro os nomes da caixa.
Números de participantes: Total de alunos divididos em três grupos.
Regras:
- Organizar as crianças em três filas e deixar uma caixa na frente de cada fila.
- Cada caixa deverá conter os nomes das crianças daquela fila.
- Dado um sinal, na ordem da fila, cada criança procura seu nome na caixa e, encontrá-lo, corre para o final da fila permitindo que o seguinte prossiga o jogo.
- Ganha a competição o grupo que terminar primeiro.
Variação: Encontrar na caixa o nome do colega que está atrás.
Atravessando o rio
Material: desenhar no chão a paisagem de um rio. Confeccionar fichas em forma de pedras com os nomes.
Finalidade: atravessar o rio lendo todos os nomes.
Número de participantes: toda turma dividida em dois grupos.
Regras:
- Convidar um aluno de cada grupo para atravessar o rio sem cair.
- Os alunos deverão atravessar o rio lendo os nomes que estão escritos nas pedras.
- Os outros componentes do grupo poderão ajudar quando houver dificuldade.
- Aquele que errar, cai no rio e se afoga, perdendo ponto o seu grupo.
- O aluno que pular todas as pedras, sem cair, ganha ponto para o seu grupo.
Variação: A professora dita os nomes e os alunos escrevem nas pedras.
Caracol do Alfabeto
Material: Desenho no chão de um caracol bem grande com todas as letras do alfabeto. Confeccionar um dado grande com caixa de papelão.
Finalidade: Chegar primeiro no final do caracol.
Número de participantes: todos os alunos.
Regras:
- Fazer uma fila na entrada do caracol.
- O primeiro da fila lança o dado e anda a quantidade correspondente ao número do dado.
- A professora faz perguntas para toda turma: Que letra é essa? Tem algum aluno na nossa turma que começa com essa letra? Quem? Que outras coisas também começam com essa letra?
- Repetir o procedimento com todos.
- Vence o jogo quem chegar primeiro no final do caracol.
Variação: Cada aluno procura a casinha com a primeira letra do seu nome e se coloca dentro dela. Fazer perguntas do tipo: Em qual casinha do caracol está o Bruno? Qual casinha vem antes da casinha da Lidiane? Por quais casinhas a Eliane precisa passar para chegar na casinha da Jaiane?...
Caixinhas com nomes
Material: Caixinhas de fósforos encapadas com a foto dos alunos coladas em cima, e dentro as letras que formam o nome daquele aluno. Papel ofício.
Finalidade: Formar e fazer análise grafofônica dos nomes.
Números de participantes: alunos divididos em grupos.
Regras:
- Cada grupo escolhe as caixinhas que preferem.
- Formar os nomes dos colegas com as letras que estão dentro da caixinha.
- Depois registrar no papel o nome formado, a primeira letra, a quantidade de letras que foi preciso para formar o nome e a quantidade de vezes que abrem a boca para falar aquele nome.
COMO ME VEJO ENQUANTO ALFABETIZADORA
Durante os últimos cinco anos atuei em turmas de primeiro
ano e meus alunos tinham a faixa etária de seis e sete anos. Percebi minha
evolução ao longo desse período, tendo em vista que foi uma experiência nova
quando iniciei a docência em turmas de alfabetização. Sempre procurei construir
materiais com alunos, para que a aprendizagem fosse significativa e lúdica ao
mesmo tempo. Sempre usei jogos, alfabeto móvel, análise das palavras e música.
Nunca segui somente um método no processo do trabalho desenvolvido, procurava
intercalar os mesmos.
Como me alfabetizei?
Não me recordo muito sobre o processo de alfabetização. Sei
que desde os cinco anos já convivia com livros, jornais e revistas.Meus pais me
ensinavam algumas coisas em casa e ao entrar na primeira série nos primeiros 3
meses comecei a ler. Sobre o método da professora me lembro que usava o da abelhinha.
Apresentação do Workshop
O grande dia ...
Estava bem ansiosa, tendo em vista que me apresentei depois da maioria dos colegas, mas não estava sozinha. Foi um momento importante quanto aluna, tive oportunidade de conhecer algumas colegas que só conhecia de longe e a força para apresentação dada pelas mesmas foi algo bem importante no momento de apresentar.
O professor Rafael conduziu as atividade no dia da minha apresentação e foi muito profissional e atencioso com todas as colegas que estavam ali para apresentação dos trabalhos.
Aquele famoso "frio na barriga" somente passou quando chegou minha vez de mostrar meu trabalho e aqueles 10 minutos passaram muito rápido. Vieram os questionamentos e elogios e assim como nossos alunos ficam felizes em serem reconhecidos o mesmo ocorreu comigo.
Estava bem ansiosa, tendo em vista que me apresentei depois da maioria dos colegas, mas não estava sozinha. Foi um momento importante quanto aluna, tive oportunidade de conhecer algumas colegas que só conhecia de longe e a força para apresentação dada pelas mesmas foi algo bem importante no momento de apresentar.
O professor Rafael conduziu as atividade no dia da minha apresentação e foi muito profissional e atencioso com todas as colegas que estavam ali para apresentação dos trabalhos.
Aquele famoso "frio na barriga" somente passou quando chegou minha vez de mostrar meu trabalho e aqueles 10 minutos passaram muito rápido. Vieram os questionamentos e elogios e assim como nossos alunos ficam felizes em serem reconhecidos o mesmo ocorreu comigo.
Elaboração da síntese reflexiva
A síntese reflexiva oportunizou o ato reflexivo de analisar a trajetória do semestre, levando em conta nossas experiências empíricas e teóricas durante o semestre no PEAD. A atividade refletiu o caminho percorrido nas quatro interdisciplinas do semestre, que foram:
Corporeidade- Epistemologia e Vivências do Aprender;
Escola, Cultura e Sociedade Abordagem Sociocultural e Antropológica;
Escola, Projeto Pedagógico e Currículo;
Seminário Integrador I
Nesse material produzido foi possível apresentar as aprendizagens do semestre para que seja possível avaliar a prática constantemente e assim buscar uma educação de qualidade, com significados aos nossos alunos.
Procurei evidenciar um pouco de cada interdisciplina para que fosse possível uma visão global das atividades trabalhadas.
(...) o objetivo de toda prática
educativa – facilitar a reconstrução do conhecimento experiencial do aluno – não pode se entender
nem se desenvolver sem o respeito à diversidade, àsdiferenças individuais que
determinem o sentido, o ritmo e a qualidade de cada um dos processos de
aprendizagem e desenvolvimento. (Pérez Gómez, 2001, p.67)
Preparação do Workshop
O semestre foi longo e encontrei muitas dificuldades para conseguir preparar o material da apresentação do Workshop. Percebi o quanto é importante a organização ao longo do semestre e também a leitura e reflexão das disciplinas cursadas. O material oportunizado nas disciplinas " conversam" na teoria e prática docente. Tive dúvidas do que apresentar no dia do Workshop, refleti muito para elaborar o material da apresentação, sempre embasando com os materiais das disciplinas. No PEAD o grande diferencial é que juntamente com nossos colegas,vamos (r)construindo nossos saberes e aprendizagens. Esse é exercício é fundamental para avaliarmos nosso prática docente.
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