sábado, 29 de junho de 2019

Postagem X- EIXO IX- Estágio Obrigatório e Interdisciplinaridade

Ao longo do Estágio Obrigatório realizado na Educação Infantil procurei ter um olhar interdisciplinar ao planejar as atividades propostas aos alunos. Esse processo que foi desenvolvido na Rede Municipal de Sapucaia do Sul teve como objetivo fomentar entre os alunos da etapa inicial de ensino a experiência que dialoga com proposta de rede que considera as especificidades dos alunos e de uma educação plural que se comunica com as muitas possibilidades do aprender. Foi uma experiência gratificante pela participação dos alunos e pela liberdade pedagógica que encontrei na escola na qual realizei o estágio. 
Conforme Fazenda (2008, p. 39): 


A superação da fragmentação da prática da escola só se tornará possível se ela se tornar o lugar de um projeto educacional entendido como o conjunto articulado de propostas e planos de ação com finalidades baseadas em valores previamente explicitados e assumidos, ou seja, de propostas e planos fundados numa intencionalidade. Por intencionalidade está se entendendo a força norteadora da organização e do funcionamento da escola provindo dos objetivos preestabelecidos. 

E fomentar essa prática que a autora apresenta acima é fundamental na educação da atualidade, para corroborar ainda mais , sugiro que assistam o vídeo abaixo com reflexões sobre a temática da Interdisciplinaridade



REFERÊNCIAS:

Postagem IX-EIXO IX- Objetos Digitais- Ensino da Matemática

Em uma turma de 5º ano do ensino fundamental que estou desenvolvendo a docência estou sendo desafiada em trabalhar a área do conhecimento de matemática, os materiais apresentados na disciplina eletiva de matemática está sendo fundamental para embasar a teoria de uma maneira lúdica e com o uso de novas ferramentas tecnológicas. Para exemplificar, gostaria de compartilhar os links dos recursos pedagógicos para desenvolver as atividades de representações. Meus alunos estão apresentando facilidades em desenvolver as atividades, inicialmente trabalho com eles no laboratório de informática e posteriormente relacionamos com o conteúdo da disciplina. Está sendo um exercício interessante para desenvolver as potencialidades dos alunos. 




http://mdmat.mat.ufrgs.br/anos_iniciais/objetos/jogo_figuras.htm

http://mdmat.mat.ufrgs.br/anos_iniciais/objetos/jogo_figuras_mix.htm

Postagem VIII-EIXO IX- Fábrica de Cubos





Observando as funcionalidades da Fábrica de Cubos percebo que facilmente os alunos conseguiriam criar imagens e com a mediação do professor poderíamos  criar propostas pedagógicas com o objetivo de trabalhar conteúdos específicos . 
Ao apresentar essa ferramenta para meus alunos ,depois da interdisciplina eletiva, tive uma surpresa em relação à aprendizagem  deles durante o processo desenvolvido em sala de aula. Eles foram participativos e bem ativos durante o exercício apresentado, conseguindo construir figuras representativas, associando posteriormente ao conteúdo que foi desenvolvido em sala de aula. 


Postagem VII-EIXO IX- Música na Escola

Ao  longo do estágio obrigatório na Educação Infantil oportunizei aos alunos momentos lúdicos com música, tendo como objetivo de envolver os estudantes no processo de aprendizagens . Os alunos procuravam interagir e eram momentos ricos de trocas entre eles e também de reflexões importantes sobre o papel da música na escola. 
 Para corroborar com nossas colocações, citamos o seguinte trecho:

  A música é a linguagem que se traduz em formas sonoras capazes de expressar e comunicar          sensações, sentimentos e pensamentos, por meio da organização e relacionamento expressivo entre       o silêncio. A música está presente em todas as culturas, nas mais diversas situações: festas e comemorações, rituais religiosos, manifestações cívicas, políticas etc. Faz parte da educação desde há muito tempo, sendo que, já na Grécia antiga era considerada como fundamental para a formação dos futuros cidadãos ao lado da matemática e da filosofia. (BRASIL, 1998, p. 45)


É fundamental a escola pensar e repensar o ensino de músicas em seus currículos, tendo em vista os benefícios que essa área do conhecimento fomenta na aprendizagem significativa dos alunos. 





Link de um curso de extensão pela UFRGS sobre a temática: http://www.ufrgs.br/musicanaescolars/site/index.php


Referências:
Beauclair J. Olhar, ver, tecer: a busca permanente da teoria no campo psicopedagógico. In: Pinto SAM, Scoz BJL, et al., orgs. Psicopedagogia: contribuições para a educação pós-moderna. Petrópolis:Editora Vozes;2004.
BRASIL. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. V 3. Conhecimento de Mundo. Brasília: MEC/SEF, 1998. 
CHIARELLI,L.K.,BARRETO,S. J. A música como meio de desenvolver a inteligência e a integração do ser.Revista Recre@rte Nº3 Junio 2005 ISSN: 1699-1834 Disponível em <http://www.iacat.com/Revista/recrearte/recrearte03/musicoterapia.htm> acesso em 18/10/2016
Blog Luciana Steffen -lucianamt@espacodomquixote.com.br

Postagem VI-EIXO IX- INCLUSÃO


Acredito que o educador tem um papel fundamental em propagar ou não os mitos em relação as pessoas com deficiência,pois a atitude do mesmo faz com que os alunos sigam exemplos. Claro que poderão ocorrer fatos exclusivos por partes dos alunos, mas aí o professor irá mediar esses momentos e fazer com que quem tenha agido assim, repense sua atitude. Mediar esses desrespeitos que ocorrem em nosso cotidiano, fomentam possíveis mudanças de atitudes no futuro.
Ao longo de nossa vida vivenciamos os mais variados preconceitos e temos que ter o cuidado de não levarmos eles para nossas ações, pois nossos alunos aprendem pelo exemplo. E nem sempre em seu âmbito familiar os pais repensam suas atitudes.
Para contribuir para a real inclusão é necessário um olhar sensível em se colocar no lugar do outro e pensar se gostaria de ser excluído ou incluído, lógico que nos sentimentos melhor quando estamos num lugar em que as pessoas gostem de nós. Devemos respeitar o direito de todos a educação, tendo ou não deficiência. Proporcionando uma educação de respeito a diversidade e que vise garantir o acesso, permanência e o direito de todos os envolvidos nesse processo.
Em muitos casos o maior deficiente é aquele dito normal, pois todos temos nossas especificidades e juntos aprendemos muito mais.
Portanto a real inclusão ocorre quando respeitamos e percebemos o outro com um ser ímpar, perfeito com suas imperfeições e que a sensibilidade e o respeito  estejam presentes em nossa sociedade e quando o educador fomenta atitudes inclusivas no contexto da sala de aula, percebemos um outro olhar por parte dos colegas em relação ao aluno com deficiência. 
Aproveito para compartilhar a Entrevista com a pedagoga Maria Teresa Eglér Mantoan, professora do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e coordenadora do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Ensino e Diferença (Leped).








Postagem V- EIXO IX- Planejamento - ENFOQUE TEMÁTICO 2: O que é planejar

Durante a Interdisciplina: DIDÁTICA, PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO, a partir da leitura da charge de abertura e dos textos de Rodrigues (2011) e Rays (2000), fomos desafiados a elaborar cinco perguntas que você considera importantes para fundamentar o planejamento de ensino. Pensar nas perguntas para conhecermos nossos alunos e a partir daí organizar nosso planejamento, visa fomentar uma aprendizagem significativa e ativa.

Seguem as perguntas pensadas para a atividade:

1-      Quem são meus alunos?
2-      Quais os conhecimentos prévios dos alunos?
3-      Quais são as facilidades e dificuldades dos alunos?
4-      Estou fomentando a participação ativa dos alunos ao planejar os conteúdos e atividades?
5-      Estou utilizando diferentes metodologias e instrumentos avaliativos em sala de aula?

Revisando a postagem do trabalho da disciplina foi possível relacionar com a prática do estágio obrigatório, tendo em vista a necessidade de conhecermos nossos alunos para elaborarmos nosso planejamento. Tive a oportunidade de realizar estágio em duas turmas e percebi as particularidades de cada uma, a etapa do ensino era a mesma, mas as turmas tinhas as diferenças entre si, que necessitava considerar no planejar as atividades. 
De acordo com Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (1998) p. 196 cabe:
“[...] ao professor planejar uma sequência de atividades que possibilite uma aprendizagem significativa para as crianças, nas quais elas possam reconhecer os limites de seus conhecimentos, ampliá-los e/ou reformulá-los.” 

O professor com seu planejamento fomenta novas possibilidades em sala de aula, abrindo espaço para novos saberes, considerando as especificidades dos alunos.
         

REFERÊNCIAS:
BRASIL. Ministério da Educação. Referencial curricular nacional para a educação infantil. Brasília: MEC/SEF, 1998.


Postagem IV- EIXO IX- Planejamento Participativo

Durante o EIXO VIII realizamos nosso estágio obrigatório e durante a Interdisciplina: DIDÁTICA, PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO foi apresentado muitos materiais para embasar a temática do Planejamento Participativo, algo muito necessário como professores atuantes em sala de aula. 

Ao fazer a leitura do  texto " Política, planejamento & governo", foi possível perceber que as principais características do planejamento participativo são: a participação colaborativa entre os sujeitos envolvidos na instituição escolar,bem como o pensar estratégico de metodologias que corroboram para um trabalho participativo e coletivo na tomada de decisões .
Conforme Matus (1996, p. 285):

Devemos entender o planejamento como a articulação constante e incessante da estratégia e da tática que guia nossa ação no dia-a-dia. A essência desse planejamento é a mediação entre o conhecimento e a ação. Essa estratégia e essa tática são necessárias porque o sistema social em que eu existo compreende outros sujeitos que também planejam com objetivos distintos dos meus.

Analisando os conceitos do texto e a citação acima que fala da mesma temática ,percebemos a necessidade das relações democráticas se fazerem presente no âmbito escolar e durante o planejamento essa ação faz total diferente nos processos necessários em nossas escolas. Pensarmos juntos sem a imposição de uma visão de mundo é um processo importante para considerar os diversos conhecimentos.


 Referências:

MATUS, C. Política, planejamento & governo. 2. ed. Brasília: IPEA, 1996 (Série IPEA, 143. 2.v.).



Postagem III- EIXO IX- Disciplina Eletiva "Matemática Nos Anos Iniciais Do Ensino Fundamental"

Em nossa disciplina eletiva de Matemática nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental  no trabalho final da mesma compartilhei com minhas colegas e professoras um plano de aula com a temática do Tangram . Esse plano foi desenvolvido durante meu estágio obrigatório, proporcionando muitas aprendizagens aos alunos e também em minha prática docente, tendo em vista o envolvimento dos alunos durante as atividades. Os alunos conseguiram compreender a sistemática das criações com as figuras geométricas, bem como desenvolver as aprendizagens cognitivas que o jogo possibilita de uma maneira lúdica. Através do "brincar" com o jogo foi inserida a temática das figuras geométricas e os objetivos estabelecidos para os alunos foram alcançados de maneira significativa e prazerosa. 
Segundo Carvalho  :
(...) desde muito cedo o jogo na vida da criança é de fundamental importância, pois quando ela brinca, explora e manuseia tudo aquilo que está a sua volta, através de esforços físicos se mentais e sem se sentir coagida pelo adulto, começa a ter sentimentos de liberdade, portanto, real valor e atenção as atividades vivenciadas naquele instante.(Carvalho,1992, p.14)
E quando o professor procura fomentar essas aprendizagens de maneira divertida, consegue envolver os alunos e assim   ressignificar os conhecimentos da escola no processo individual e coletivos dos estudantes. 


Modelo apresentado no Trabalho Final da disciplina

TEMA: TANGRAM
OBJETIVOS:
  • Fomentar  a coordenação motora.
  • Incentivar o raciocínio lógico, a autonomia, a concentração, a imaginação e a criatividade.
  • Colaborar para a memorização das formas geométricas.
  • Criar figuras, usando as formas geométricas.
  • Trabalhar a habilidade de manipulação, recorte e colagem.
  • Desenvolver a motricidade fina.

DURAÇÃO:4h
PÚBLICO-ALVO: 1° ano ensino fundamental

ATIVIDADE INICIAL
 Laboratório de Informática
*A LENDA DO TANGRAM E AS SETE PEÇAS MÁGICAS (https://www.youtube.com/watch?v=I-RxCw_QdV0 )

DESENVOLVIMENTO
*Apresentar o vídeo tutorial  com exemplos dos animais 

*Montando animais com o Tangram de Madeira (Jogo Pedagógico) em grupos


 Sala de Aula
* Atividade individual 

ATIVIDADE  DE ENCERRAMENTO
 *Jogo do Tangram individual( o aluno poderá levar para casa e jogar com a família).

AVALIAÇÃO
Será avaliada a participação efetiva  dos alunos durante  as atividades propostas, considerando a autonomia, raciocínio lógico,concentração e  atenção durantes  as atividades.


REFERÊNCIAS:
CARVALHO, A.M.C. et al. (Org.). Brincadeira e cultura:viajando pelo Brasil que brinca.São Paulo: Casa do Psicólogo, 1992.

Postagem II- EIXO IX- O que é Arte para você?

Arte é uma forma de expressão, que pode utilizar várias técnicas para fomentar sentimentos, ações e linguagens, fazendo uso de diversos  instrumentos. O significado de arte também está ligado à estética, pensamento e reflexão. Uma linguagem de comunicação com as várias possibilidades artísticas .
Segundo EISNER:
A arte, isto é as imagens e eventos cujas propriedades fazem brotar formas estéticas de sentimentos são um dos importantes meios pelos quais as potencialidades da mente humana são trazidas à tona. Nossas capacidades intelectuais tornam-se habilidades intelectuais à medida que damos a estas capacidades oportunidade de funcionar: o tipo de raciocínio necessário para vermos o que é sutil e complexo, para aprender como perceber as formas de maneira que suas estruturas expressivas toquem nossa imaginação e emoção; para tolerar as ambigüidades enigmáticas da arte. (EISNER, apud BARBOSA, 2008; p.91)

Para Eisner(2008) a arte fomenta diversas percepções, corroborando para as habilidades cognitiva, considerando esse aspecto do autor, em meu estágio obrigatório procurei instigar a criatividade de meus alunos durante as atividades do componente curricular de Artes, com o objetivo do protagonismo dos mesmos durante tais atividades. 

REFERÊNCIAS:
EISNER, Elliot. Estrutura e Mágica no Ensino da Arte. In: ____________________. ArteEducação: Leitura de Subsolo. (org.) 7ª. Ed. São Paulo: Cortez, 2008. p. 79-96.
 

Postagem I- Eixo IX- PESQUISA-AÇÃO


A pesquisa-ação trata-se de um método de pesquisa no âmbito educacional, conforme Thiollent (2002, p. 75 apud VAZQUEZ e TONUZ, 2006, p. 2), “com a orientação metodológica da pesquisa-ação, os pesquisadores em educação estariam em condição de produzir informações e conhecimentos de uso mais efetivo, inclusive ao nível pedagógico”, assim fomentando condições para procedimentos de pesquisa, tendo a finalidade de transformar situações na escola e fora da mesma.
As leituras apresentadas na disciplina para embasamento teórico,foram fundamentais para promover a reflexão acerca da temática sobre a pesquisa-ação. No âmbito acadêmico é importante fomentarmos pesquisas organizadas e colaborativas, com o objetivo de promover as mudanças necessárias e assim adquirirmos novos conhecimentos de uma maneira participativa dos sujeitos da escola. É um importante exercício de refletir e repensar o sistema educacional atual, impulsionando assim as mudanças  que se observa no espaço de pesquisa.
Nas leituras foi possível perceber que a  pesquisa ação segue etapas( diagnóstico, ação, avaliação e reflexão) para te o pesquisador conseguir embasar suas observações e assim fomentar possibilidades no âmbito dos novos conhecimentos. Conforme, PINTO:

“Investigar uma realidade social não se esgota com a aplicação de instrumentos de pesquisa , mas requer também a observação sistemática de tudo quanto se refere às atividades dos homens concretos em relação com a im possibilitando inúmeros conhecimentos.” ( Pinto,1988 )

            O campo da pesquisa é vasto e quanto mais o aluno/professor-pesquisador investiga, elabora estratégias, novas possibilidades são encontradas e outras reflexões são possíveis, assim possibilitando inúmeros conhecimentos. E considerando esse processo de pesquisa, penso em fomentar em meu espaço de trabalho uma pesquisa colaborativa com os colegas que trabalham nesse espaço, bem como envolver os alunos dos diversos cursos, considerando seus conhecimentos e experiências plurais , com a finalidade de repensar a sistemática de trabalho e assim impulsionar novas possibilidades em nosso espaço de aprendizagem da modalidade EAD.
            Para corroborar na ampliação do entendimento sobre a definição de pesquisa-ação, trago os autores Kemmis e Mc Taggart (1988, apud ELIA e SAMPAIO, 2001, p.248) que definem a pesquisa-ação como:

"uma forma de investigação baseada em uma autorreflexão coletiva empreendida pelos participantes de um grupo social de maneira a melhorar a racionalidade e a justiça de suas próprias práticas sociais e educacionais, como também o seu entendimento dessas práticas e de situações onde essas práticas acontecem. A abordagem é de uma pesquisa-ação apenas quando ela é colaborativa...” (KEMMIS e MC TAGGART,1988, apud Elia e Sampaio, 2001, p.248).

            Considerando a citação acima e refletindo sobre a proposta do curso de Gestão da Educação, ao planejar uma pesquisa-ação é fundamental envolver de maneira colaborativa os diversos saberes das pessoas que encontra-se no espaço educacional a ser pesquisando, considerando os olhares e ações necessárias para instigar mudanças e assim ampliar a participação dos sujeitos durante esse processo de pesquisa.
 Referências:
PINTO, João Bosco Guedes. Pesquisa-Ação: Detalhamento de sua sequência metodológica. Recife, 1989, Mimeo.

RICARDSON, R. J. Como fazer pesquisa ação?. Disponível em: <RICHARDSON_Como_fazer_Pesquisa_Acao.pdf>. Acesso: 29 abr. 2019.