quinta-feira, 28 de junho de 2018

FÓRUM ETIC NO ESTÁGIO CURRICULAR


Pretendo realizar meu estágio curricular do curso na educação infantil da Rede Municipal de Ensino de Sapucaia do Sul, na escola onde está localizado o Polo UAB em que trabalho. Será um desafio,pois pretendo fomentar atividades com o uso de tecnologias com os alunos da faixa etária dos 4 anos. Desejo  desenvolver atividades com o uso audiovisual e com o smartphone como possibilidades educacionais  de novos saberes na educação infantil, considerando os objetivos estabelecidos para a etapa da educação básica e as tecnologias contemporâneas,pois conforme Boll:

Os dispositivos midiáticos apresentam o novo, a ousadia e a descontinuidade ensaística junto aos conteúdos escolares, produzindo sentidos e sensações atravessados muito particularmente pelo território educativo e entorno cultural ao que o multivíduo está imerso. (Boll ,2014, p. 11).

Acredito pela experiência e estudo sobre as tecnologias, que é possível  fomentar  metodologias ativas em sala de aula com esses recursos. Potencializando assim um diálogo metodológico de saberes de uma maneira desafiadora e com sentidos na aprendizagem dos pequenos.




Referências:
BOLL, Cintia Inês. Os dispositivos midiáticos na cultura digital: a ousadia enunciada em uma estética que potencializa eu, você e todos os outros que quiserem participar. In: CORA, E. J. (Org.). Reflexões acerca da educação em tempo integral. Porto Alegre: Evangraf, 2014.



segunda-feira, 25 de junho de 2018

REFLEXÃO SOBRE AVALIAÇÃO



Analisando a charge apresentada se todos os personagens da mesma fossem avaliados de maneira classificatória,certamente nem todos iriam conseguir atingir os objetivos de maneira igual, tendo em vista suas especificidades. Infelizmente a maioria das escolas pelas quais passei, priorizava um tipo de avaliação classificatória. Pela minha experiência como aluna e como docente percebo mais significado em uma avaliação mediadora, que considere todo o processo de aprendizagem do aluno. Utilizando uma metodologia ativa na busca de novos saberes.
Segundo Hoffmann:

“Na concepção de avaliação classificatória, a qualidade se refere a padrões preestabelecidos, em bases comparativas: critérios de promoção (elitista, discriminatório), gabaritos de respostas às tarefas, padrões de comportamento ideal. Uma qualidade que se confunde com a quantidade, pelo sistema de médias, estatísticas, índices numéricos dessa qualidade. Contrariamente, qualidade, numa perspectiva mediadora de avaliação, significa desenvolvimento máximo possível, um permanente “vir a ser”, sem limites preestabelecidos, embora com objetivos claramente delineados, desencadeadores da ação educativa. Não se trata aqui, como muitos compreendem, de não delinearmos pontos de partida, mas, sim, de não delimitarmos ou padronizarmos pontos de chegada.” (2009, p. 31-32).



A análise da autora corrobora naquilo que acredito como docente que a avaliação mediadora, fomenta o “desenvolvimento máximo” do aluno durante o processo avaliativo das aprendizagens. No momento que se possibilita o aluno refletir seu processo de aprendizagem, se dá o protagonismo da aprendizagem com significado e os saberes ocorrem através de uma metodologia ativa. Assim uma avaliação que considere as especificidades e possibilidades do alunos em sala de aula e fora dela.


Referências:
HOFMANN, Jussara. Avaliação Mediadora: uma prática em construção da pré-escola à universidade. Porto Alegre: Mediação, 2009.




sexta-feira, 22 de junho de 2018

O que é inovação Pedagógica?

Conforme  Carbonell (2002), “Existe uma concepção que é bastante aceita no âmbito educacional, que define inovação como: um conjunto de intervenções, decisões e processos, com certo grau de intencionalidade e sistematização, que trata de modificar atitudes, ideias, culturas, conteúdos, modelos e práticas pedagógicas” (p. 19). Conforme o autor, essa inovação visa desenvolver projetos, materiais pedagógicos, procedimentos de ensino e aprendizagem, exemplos didáticos e outras metodologias em sala de aula. Fomentar essas mudanças nas metodologias é necessário para que se consiga desafiar os alunos em sala de aula, assim possibilitando novas aprendizagens significativas.

Referências:
CARBONELL, Juame. A aventura de inovar: a mudança na escola, tradução Faima Murad. Porto Alegre: Artimed Editora, 2002.

ATIVIDADE 2 - GRUPO - CONCEITOS, FUNÇÕES, HISTÓRIA E DESAFIOS DA EJA



1. Quais são e como se definiram os conceitos e as funções da Educação de Jovens e Adultos, respectivamente?

A educação de jovens e adultos-EJA tem como característica uma proposta metodológica flexível, considerando as especificidades e conhecimentos já existentes dos estudantes que cursam essa modalidade. Propicia aos que não tiveram oportunidade em estudar no período regular condições amparadas pela legislação das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos uma estrutura educacional que tem como finalidade e objetivos específicos de reparar, equalizar, qualificar (função permanente) o processo de aprendizagens. Visando desenvolver e mediar conhecimentos, competências e valores que possam transcender os ambientes formais de escolarização, abrangendo a formação do sujeito de uma maneira que as aprendizagens vão além da escola, desenvolvendo- o como cidadão crítico e autônomo, assim exercendo sua participação na sociedade plenamente,





2. Elaborar uma linha de tempo da história da EJA no Brasil usando recursos diversos, digitais e analógicos, anexando-os ao documento word ou em arquivo de imagem. (Caso poste 2 arquivos não esquecer de colocar os nomes das/os integrantes do grupo).



3. Quais seriam, com base nas leituras realizadas e na experiência do grupo, os principais desafios para a EJA no Brasil hoje?
Acreditamos que o grande desafio para a EJA na atualidade seja elaborar novas temáticas que façam a escola ser atrativa e desafiadora, considerando o acolhimento pedagógico e as especificidades distintas nas faixas etárias do público juvenil e adulto, mediando assim novas aprendizagens significativas e que dialoguem com as já existentes.

REFERÊNCIAS:
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO/CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos. Relator: Carlos Roberto Jamil Cury, 2000.
GARUTTI, Selson. Discutindo as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos. Cadernos de Pesquisa . Rio de janeiro, 2010.

SÍNTESE /Interdisciplina: Educação e Tecnologias da Comunicação e da Informação


As principais tecnologias utilizadas durante nosso processo de escolarização foram semelhantes, como cartilhas, livros didáticos, revistas, mimeógrafo, ábacos, material dourado, televisão, vídeo cassete, retroprojetor e rádio. Da mesma maneira que tivemos essas experiências, também acompanhamos a evolução tecnológica  de outros materiais que surgiram na atualidade, como os computadores, pen drive e smartphones como recursos pedagógicos. Podemos citar ainda o DVD e outros recursos diversos.
A intencionalidade pedagógica dos instrumentos que utilizamos,demonstraram uma linha pedagógica tradicional, nem sempre a tecnologia era oportunizada como um recurso autônomo do processo de novas aprendizagens. Raramente éramos desafiadas a criar, algo que mesmo com todo avanço tecnológico conseguimos vivenciar em nossa atualidade. A grande questão dos instrumentos é o que produzimos ou fazemos com eles, como mediamos essas possibilidades em sala de aula. Analisamos os processos ou queremos somente o resultado final?
            Na atualidade o grande desafio é utilizar a tecnologia para a educação e não a mesma simplesmente  na educação,tendo em vista que existe uma diferença entre ambas. O conhecimento ficou acessível, mas necessitamos tornar ele significativo, sendo que as possibilidades são imensas e o professor necessita tornar-se um mediador durante esse processo. Quanto educadores necessitamos observar como utilizar essa tecnologia como, mas um recurso pedagógico em nossa docência. 
            Portanto ainda estamos em um processo de análise descobertas das Tecnologias da Comunicação e da Informação na educação.




Nome: Aline Bernardi Capriolli e Fernanda Duarte de Oliveira

Educação de Jovens e Adultos no Brasil/Atividade 1 (Realizada na 1ª aula presencial) - Os grupos discutiram e responderam as questões:

O que des/conheço sobre a EJA?
Tive a oportunidade em lecionar na EJA durante um ano e meio e percebi que muitos dos alunos adultos que estavam nessa modalidade, estavam buscando recuperar  a possibilidade de aprender e assim qualificar-se para o trabalho .  Sobre essa modalidade de ensino tenho conhecimento que Paulo Freire foi um dos precursores da EJA, visando uma educação democrática e libertadora, baseada na vivência dos alunos.

Quem são os sujeitos da EJA?
Percebo que ainda existe um número considerável de adultos na EJA,mas cada vez mais se  tem um número alto de adolescente na educação de jovens e adultos. Alunos esses que estão na faixa-etária dos  quinze anos e apresentam muitas repetências em  seu histórico escolar e por esse motivo migram para a EJA.
O que buscam esses sujeitos? Quais seus desejos e expectativas?
Os alunos mais experientes buscam o conhecimento que deixaram de vivenciar no ensino regular e os jovens infelizmente ainda não percebem a importância e oportunidade em  continuar os ensinamentos  que a escola proporciona. Não vejam significado no ensino e mostram-se desmotivados a continuar os estudos.




segunda-feira, 18 de junho de 2018

A IMPORTÂNCIA DO USO DOS TEMAS GERADORES NA PRÁTICA PEDAGÓGICA

Os temas geradores fomentam as trocas de conhecimentos, por meio do diálogo que considera as diferenças de cada sujeito, suas visões de mundo e conhecimentos específicos.  O objetivo da proposta é fomentar a consciência crítica, pois durante esse processo de temas geradores é possível promover a discussão, investigação e assim gerar novos conhecimentos.Conforme, FREIRE: 
            Não seria, porém, com essa educação desvinculada da vida, centrada na palavra, em que é altamente rica, mas na palavra ‘milagrosamente’ esvaziada da realidade que deveria apresentar, pobre de atividades com que o educando ganhe a experiência do fazer, que desenvolveríamos no brasileiro a criticidade de sua consciência indispensável à nossa democratização. (Freire ,1999, p. 102)
O uso do tema gerador em sala de aula visa ir além de somente aprender sobre uma temática, mas refletir sobre a mesma, para que ocorra a tomada de consciência dos sujeitos envolvidos neste processo de novos saberes.
 Referências:
FREIRE, P. Educação como prática da liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1999.
______. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 25. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2002.
 ______. Pedagogia do oprimido. 48. reimp. São Paulo: Paz e Terra, 2009.

Aproveito para compartilhar um vídeo que fala sobre a temática dos Temas Geradores:

terça-feira, 12 de junho de 2018

PLANO DE TRABALHO DOCENTE E QUADRO PARA PLANEJAMENTO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO SEMANAL

PLANO DE TRABALHO DOCENTE
Data: 14/05/2018
Escola: EMEF HOHENDORFF
Professor (a): Ana Necchi e Aline Capriolli
Disciplina: Língua  Portuguesa/LABIN/Artes/Ensino Religioso (Valores)
Ano : 2º ano

1.   CONTEÚDOS:
*Produção textual coletiva;
*Produção de desenhos artísticos com o uso das tecnologias;
*Valores( construção e reflexão sobre ações cooperativas).



2.   OBJETIVO GERAL:
Fomentar a produção textual coletiva, de forma cooperativa, utilizando diversos recursos tecnológicos em sala de aula.

3.   OBJETIVOS ESPECÍFICOS (conceituais, atitudinais e procedimentais):

-Conceituais: Analisar a história apresentada, relacionar ao contexto educacional e oportunizar o contato com escrita colaborativa e livre.


- Atitudinais: Organizar atividades em grupos, refletir sobre  os pontos positivos e negativos sobre a experiência vivenciada ao longo da semana e fomentar a criatividade.

- Procedimentais: Utilizar ludicamente os  recursos tecnológicos  e digitais apresentados( Livro impresso, registro gráfico manual,datashow, paint, movie maker,vídeo youtube  e o laboratório de informática).



4.   DESCRIÇÃO DE CADA UMA DAS ESTRATÉGIAS DE ENSINO
 -Hora do Conto com uso do livro impresso.
 - Utilização do datashow e o vídeo do youtube para fomentar a análise e debate sobre a história.
 -Utilização do paint para criação coletiva.
 -Criação de áudios sobre a história.
 - Montagem, criação e apreciação de vídeos produzidos no movie maker.
 - Espaço de socialização de saberes.



5.   RECURSOS NECESSÁRIOS
Livro impresso, registro gráfico manual,datashow, paint, movie maker,vídeo youtube  e o laboratório de informática.

6.   AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM (CRITÉRIOS E INSTRUMENTOS)
Participação ativa e envolvimento nas atividades propostas.







Data: 14/05/2018
Escola: EMEF HOHENDORFF
Professor (a): Ana Necchi e Aline Capriolli
Disciplina: Língua  Portuguesa/LABIN/Artes/Ensino Religioso (Valores)
Ano : 2º ano


Dia da semana
2ª feira
3ª feira
4ª feira
5ª feira
6ª feira





Roteiro das atividades
 ACOLHIDA DOS ALUNOS NA FILA


1)IDA PARA A SALA DE AULA E ACOLHIMENTO DAS CRIANÇAS E IDA PARA O TAPETE/RECOLHER O LANCHE;

2) OS ALUNOS CONTAM COMO FOI O FINAL DE SEMANA DURANTE A RODA DE NOVIDADES;
3) HORA DO CONTO: ​A PROFESSORA CONTARÁ A HISTÓRIA O MENINO QUE APRENDEU A VER COM O USO DO LIVRO.

Atividade: Trabalho coletivo sobre a  história(DESENHO).
ACOLHIDA DOS ALUNOS NA FILA


RODA DE CONVERSA SOBRE A HISTÓRIA COM O USO DO DATASHOW


Questionamentos a PARTIR DA HISTÓRIA: O QUE O MENINO VIA? ALGO MUDOU? O QUE ELE PASSOU A VER DEPOIS DE ENTRAR NA ESCOLA? Será colocado NO QUADRO DA SALA IMAGENS QUE REVELAM O QUE O MENINO Via antes DE ENTRAR NA ESCOLA E O QUE ELE PASSOU A VER DEPOIS. PEDIREI QUE OS ALUNOS SEPAREM AS FIGURAS EM GRUPOS DE SEMELHANÇA. ( IMAGENS, PERÍODOS 1º, 2º 3º E 4ºE 5º NÚMEROS E LETRAS) DEPOIS IREMOS CONVERSAR PARA VERMOS O QUE PENSARAM PARA FAZER ESTA DIVISÃO.

Atividade:  Gravação de áudio em grupo sobre a análise dos alunos.
ACOLHIDA DOS ALUNOS NA FILA


CAMINHADA NA ESCOLA: FAREMOS UMA OBSERVAÇÃO DO QUE ENCONTRAMOS NA ESCOLA: LETRAS, NÚMEROS E DESENHOS. PARA QUE SERVEM? QUAL A SUA UTILIDADE NA ESCOLA?

USO DA SALA DE INFORMÁTICA:

 REGISTRO DA HISTÓRIA  EM FORMA DE NARRAÇÃO, UTILIZANDO O PAINT PARA DESENHO E ESCRITA DA OBSERVAÇÃO QUE FIZEMOS NA ESCOLA.


 Atividade: Ensinar os alunos a maneira de salvar  suas produções no paint e arquivar em uma pasta da turma criada na área de trabalho do computador.
ACOLHIDA DOS ALUNOS NA FILA

Atividade:
 APRESENTAR O MOVIEMAKER AOS ALUNOS COM O USO DO DATASHOW.


USO DA SALA DE INFORMÁTICA:
 CRIAR COM OS ÁUDIOS E IMAGENS PRODUZIDAS NAS AULAS ANTEIORES UM REGISTRO EM VÍDEO DOS MATERIAIS CRIADOS PELOS ALUNOS EM GRUPO.
ACOLHIDA DOS ALUNOS NA FILA


ORGANIZAR UMA AMBIENTE ACOLHEDOR COM PIPOCA E SUCO PARA APRESENTAÇÃO DOS
TRABALHOS PRODUZIDOS.


Atividade: Conversa coletiva sobre a experiência vivenciada durante o processo de criação deles.

Observações






Uso na sala de informática com os mesmos grupos da aula de terça-feira.

Sugerir uma reflexão sobre os pontos positivos e negativos sobre a experiência vivenciada ao longo da semana.

segunda-feira, 4 de junho de 2018

CENTROS DE INTERESSE

Alunas: Aline Bernardi Capriolli, Ana Necchi e Fernanda Duarte de Oliveira.

CENTROS DE INTERESSE
Os centros de interesses trata-se da  característica principal da escola decroliana, tendo como eixo gerador os alunos e suas escolhas do que aprender. Os mesmos constroem seus currículos, considerando sua curiosidade e sem as separar   em disciplinas. Relacionando a interdisciplinaridade e os projetos didáticos, podemos dizer que esses são exemplos claros de centros de interessante.
Conforme Decroly, existiriam seis  centros de interesse que poderiam substituir os planos de estudo construídos com base em disciplinas,os mesmos seriam:
 a) a criança e a família;
 b) a criança e a escola;
 c) a criança e o mundo animal;
 d) a criança e o mundo vegetal;
e) a criança e o mundo geográfico;
 f) a criança e o universo.

Centro de Interesse
 A criança e seu meio com Ênfase na ÁGUA.
Temática
Água: distribuição, usos e consumo e ciclo da água.
Série
5º ANO
Objetivos
*Identificar a presença da água no cotidiano e reconhecer sua importância como recurso natural indispensável à vida no planeta.
*Reconhecer as diferentes etapas e processos que constituem o ciclo da água na natureza e avaliar repercussões das alterações nele promovidas pelas atividades humanas.

 Conteúdos Conceituais: 
De onde vem a água? Como ela chega até as nossas casas, pronta para o consumo? Como a utilizamos? Como podemos economizá-la, evitando o risco de o recurso faltar no futuro?

Conteúdos Procedimentais:
Conteúdo
  Observação
         
  Experiências
       Expressão
         
       Atividades
     Associações
            
     Construções
De onde vem a água?
Passeio na nascente do Rio dos Sinos.

Observar a diferença entre a nascente e o  leito do rio em sua cidade (São Leopoldo).


 Assistir o documentário sobre o Rio dos Sinos:
 Elaborar um quadro comparativo sobre as partes de um rio. (https://brasilescola.uol.com.br/geografia/partes-um-rio.htm)
 Construção de uma maquete em grupo sobre a nascente do rio e as diferenças entre nascente e a realidade do leito do  rio em sua cidade.


Como ela chega até as nossas casas, pronta para o consumo? Como a utilizamos?
Trabalhar com as imagens sobre as utilidades da água e como são os percursos até nossas casas.
Confeccionar um cartaz coletivo com as imagens da fase da observação.
Registrar no caderno as aprendizagens sobre o material utilizado e analisar como ocorre o processo de como a água chega para o consumo e como utilizamos a mesma.
 Como podemos economizá-la, evitando o risco de o recurso faltar no futuro?

Pesquisar na internet estratégias para economizar água.
Elaborar um material de apresentação sobre as pesquisas realizadas. Os alunos podem escolher maneiras diversas de apresentação.
Seminário para apresentação das pesquisas realizadas e apresentação aos colegas das mesmas.

Avaliação: será considerado satisfatório o envolvimento dos alunos durante as atividades e se os objetivos definidos inicialmente forem atingidos pelo grupo.

REFERÊNCIAS:
CINEL, Nora Cecília Bocaccio. Centros de interesse: estratégia utiliza multidisciplinaridade para o desenvolvimento global. Revista do Professor, Porto Alegre, n. 78, ano 20, p. 32-36, abr./ jun. 2004.
MENEZES, Ebenezer Takuno de; SANTOS, Thais Helena dos. Verbete método Decroly. Dicionário Interativo da Educação Brasileira - Educabrasil. São Paulo: Midiamix, 2001. Disponível em: <http://www.educabrasil.com.br/metodo-decroly />. Acesso em: 07 de mai. 2018.
Revista Nova Escola. Grandes Pensadores da Educação. Ovide Decroly: O primeiro a tratar o saber como um só.