sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Preparação para o TCC

Encerrei o estágio obrigatório com o desafio em relatar as aprendizagens dos meus alunos e as minhas durante esse processo de aprendizagem, espero ao longa da escrita do TCC , relatar esses momentos teóricos e empíricos de aprendizagens, demonstrando que a escola continua sendo um espaço de possibilidades que vão além do cognitivo. Demonstrando que a prática docente é encantadora e significativa, para todos os envolvidos nesta caminhada do conhecimento. 
Conforme, Freire (1996, p.153):

Viver a abertura respeitosa aos outros e, de quando em vez, de acordo com o momento, tomar a própria prática de abertura ao outro como objeto de reflexão crítica deveria fazer parte da aventura docente. A razão ética da abertura, seu fundamento político, sua referência pedagógica; a boniteza que há nela como viabilidade ao diálogo.


Esse diálogo do conhecimento entre alunos, professor, escola e sociedade é um vasto caminho a ser percorrido e pesquisado. 

Referência:
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo. Paz e Terra, 1996.




Projeto de Estágio

 Ao pensar sobre a temática do estágio obrigatório em conversa com o meu orientador, foi pensado sobre trabalhar a Interdisciplinaridade na Educação Infantil. Algo que não se faz muito presente, digo isso por conta da experiência docente e por relatos de colegas professores que lecionam na educação infantil. No decorrer do estágio procurei planejar atividades que tivesse um diálogo em diferentes áreas do conhecimento, assim propondo aos alunos um ensino colaborativo e dinâmico entre os diversos saberes desde a educação infantil.


USO DO PBWORKS

O que é? Uma plataforma de aprendizagem colaborativa. 

Para que serve? Tem a funcionalidade de agrupar materiais pedagógicos ( no caso do PEAD) e trabalhar de maneira colaborativa e participativa do grupo de alunos da turma C.

 Por que foi escolhido como diário online? 
 Tendo em vista que nosso curso é na modalidade EAD, foi a maneira encontrada de criar uma rede de conhecimentos durante o curso e o estágio. Tendo assim o conhecimento ao alcance das mãos com o uso de computador, tablet e Smartphone .



Reavaliando as postagens: 10. FÓRUM ETIC NO ESTÁGIO CURRICULAR

FÓRUM ETIC NO ESTÁGIO CURRICULAR


Pretendo realizar meu estágio curricular do curso na educação infantil da Rede Municipal de Ensino de Sapucaia do Sul, na escola onde está localizado o Polo UAB em que trabalho. Será um desafio,pois pretendo fomentar atividades com o uso de tecnologias com os alunos da faixa etária dos 4 anos. Desejo  desenvolver atividades com o uso audiovisual e com o smartphone como possibilidades educacionais  de novos saberes na educação infantil, considerando os objetivos estabelecidos para a etapa da educação básica e as tecnologias contemporâneas,pois conforme Boll:

Os dispositivos midiáticos apresentam o novo, a ousadia e a descontinuidade ensaística junto aos conteúdos escolares, produzindo sentidos e sensações atravessados muito particularmente pelo território educativo e entorno cultural ao que o multivíduo está imerso. (Boll ,2014, p. 11).

Acredito pela experiência e estudo sobre as tecnologias, que é possível  fomentar metodologias ativas em sala de aula com esses recursos. Potencializando assim um diálogo metodológico de saberes de uma maneira desafiadora e com sentidos na aprendizagem dos pequenos.




Referências:
BOLL, Cintia Inês. Os dispositivos midiáticos na cultura digital: a ousadia enunciada em uma estética que potencializa eu, você e todos os outros que quiserem participar. In: CORA, E. J. (Org.). Reflexões acerca da educação em tempo integral. Porto Alegre: Evangraf, 2014.



       Durante meu estágio o uso das tecnologias se fez muito presente, criou possibilidades de envolver meus alunos durante os processos de aprendizagem, não sendo a protagonista durante o estágio, mas sendo mais um instrumento importante na educação infantil e novos conhecimentos. Considerando as demandas da educação infantil, entendemos que seja um assunto vasto, que envolve muitas questões para se pensar e repensar uma educação de qualidade que propicie um processo educativo de descobertas  significativas.
   Segundo o Referencial Curricular da Educação Infantil (RCNEI) esclarece que:
As novas funções para Educação Infantil devem [...] considerar as crianças nos seus contextos sociais, ambientais, culturais e mais concretamente, nas interações e práticas sociais que lhes fornecem elementos relacionados às mais diversas linguagens e ao contato com os mais variados conhecimentos para a construção de uma identidade autônoma. (BRASIL, 1998, v. 1, p. 23).


É necessário trazer esses elementos tecnológicos para todas as etapas do ensino básico, assim fomentando uma educação que dialoga com a atualidade e possibilidades conhecimentos diferenciados e desafiantes em nossas escolas. 




Reavaliando as postagens: 9. O que é inovação Pedagógica?

O que é inovação Pedagógica?

Conforme  Carbonell (2002), “Existe uma concepção que é bastante aceita no âmbito educacional, que define inovação como: um conjunto de intervenções, decisões e processos, com certo grau de intencionalidade e sistematização, que trata de modificar atitudes, ideias, culturas, conteúdos, modelos e práticas pedagógicas” (p. 19). Conforme o autor, essa inovação visa desenvolver projetos, materiais pedagógicos, procedimentos de ensino e aprendizagem, exemplos didáticos e outras metodologias em sala de aula. Fomentar essas mudanças nas metodologias é necessário para que se consiga desafiar os alunos em sala de aula, assim possibilitando novas aprendizagens significativas.

Referências:
CARBONELL, Juame. A aventura de inovar: a mudança na escola, tradução Faima Murad. Porto Alegre: Artimed Editora, 2002.


Pensar sobre inovação pedagógica faz com o que o educador, repense sua prática e procure criar metologias novas em sala de aula. Em nossa formação nem sempre tivemos a oportunidade de estudar e muito menos concretizar esse termo na prática no âmbito da educação. Por isso é fundamental estarmos abertos para fomentarmos em nossa prática e potencializarmos essa experiência com nossos alunos, indiferente da etapa de ensino que eles se encontram, fazendo com que eles sejam os protagonistas de suas aprendizagens e criações.   Trata-se de um desafio atual em nossa sociedade e em nossa escola. 

Reavaliando as postagens: 8. REFLEXÃO SOBRE AVALIAÇÃO

REFLEXÃO SOBRE AVALIAÇÃO



Analisando a charge apresentada se todos os personagens da mesma fossem avaliados de maneira classificatória,certamente nem todos iriam conseguir atingir os objetivos de maneira igual, tendo em vista suas especificidades. Infelizmente a maioria das escolas pelas quais passei, priorizava um tipo de avaliação classificatória. Pela minha experiência como aluna e como docente percebo mais significado em uma avaliação mediadora, que considere todo o processo de aprendizagem do aluno. Utilizando uma metodologia ativa na busca de novos saberes.
Segundo Hoffmann:

“Na concepção de avaliação classificatória, a qualidade se refere a padrões preestabelecidos, em bases comparativas: critérios de promoção (elitista, discriminatório), gabaritos de respostas às tarefas, padrões de comportamento ideal. Uma qualidade que se confunde com a quantidade, pelo sistema de médias, estatísticas, índices numéricos dessa qualidade. Contrariamente, qualidade, numa perspectiva mediadora de avaliação, significa desenvolvimento máximo possível, um permanente “vir a ser”, sem limites preestabelecidos, embora com objetivos claramente delineados, desencadeadores da ação educativa. Não se trata aqui, como muitos compreendem, de não delinearmos pontos de partida, mas, sim, de não delimitarmos ou padronizarmos pontos de chegada.” (2009, p. 31-32).



A análise da autora corrobora naquilo que acredito como docente que a avaliação mediadora, fomenta o “desenvolvimento máximo” do aluno durante o processo avaliativo das aprendizagens. No momento que se possibilita o aluno refletir seu processo de aprendizagem, se dá o protagonismo da aprendizagem com significado e os saberes ocorrem através de uma metodologia ativa. Assim uma avaliação que considere as especificidades e possibilidades do alunos em sala de aula e fora dela.


Referências:
HOFMANN, Jussara. Avaliação Mediadora: uma prática em construção da pré-escola à universidade. Porto Alegre: Mediação, 2009.





A avaliação é sempre um tema  discutido no âmbito escolar, em todas as etapas a mesma é analisada, criticada e questionada.  Na educação infantil não é diferente, mas percebo um olhar diferenciado no respeito qualitativo das aprendizagens dos alunos. Claro que é preciso um olhar mais atento as conquistas dos mesmos ao longo desta etapa do ensino básico. Pela experiência que vivenciei , percebi que os professores e as equipes pedagógicas procuram observar as aprendizagens cognitivas, afetivas, sociais e psicomotoras dos alunos com mais liberdade ao tempo de cada um.  

Reavaliando as postagens: 7. Atividade Seminário Integrador VI-Reflexão

Atividade Seminário Integrador VI-Reflexão


    Constantemente presenciei falas preconceituosas  de colegas e alunos  no ambiente escolar, escolhi relatar uma situação que vivenciei em uma atividade na Semana da Consciência Negra de um aluno de seis alunos que ao realizarmos uma dinâmica sobre uma princesa infantil negra, disse que ela era feia por ter aquela cor. Ficou nítido durante a intervenção que realizei que o tal discurso era uma reprodução que ele escutava em casa. 
  Relacionando tal fato, cito os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN ) que estabelece:

[...] é a sociedade, quer queira, quer não, que educa moralmente seus membros, embora a família, os meios de comunicação e o convívio com outras pessoas tenham influência marcante no comportamento da criança. E naturalmente a escola também tem (1997, p. 73).

   Precisamos fomentar reflexões sobre a temática dentro da escola, tendo como objetivo uma escola plural que respeite as diversidades e como educadores temos um papel importante nesse novo olhar em relação ao respeito as diferenças. 



BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: ética e temas transversais. Brasília: MEC/SEF, 1997. v. 8.
 _______. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: pluralidade cultural, orientação sexual. Brasília: MEC/SEF, 1997. v. 10.





Uma reflexão tão necessária nos dias atuais, tendo em vista a atual conjuntura política e social, onde o respeito pela diversidade está sendo atacado por governantes sem conhecimento da importância da pluralidade. Como educador é o momento de resiliência e resistência em fomentar e debater sobre os temas da diversidade. Lastimável perceber toda uma caminhada  de direitos não sendo respeitada por aqueles que devem garantir nossos direitos. 


Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
        I -  homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição;
        II -  ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei;
        III -  ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante;
        IV -  é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;
        V -  é assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou à imagem;
        VI -  é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;
        VII -  é assegurada, nos termos da lei, a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva;
        VIII -  ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;
        IX -  é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;
        X -  são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação.



#Resistir
#DireitosFundamentais
#Constituição Federal
#Educação

Reavaliando as postangens: 6. EIXO 5 se foi... EIXO 6 iniciando!

EIXO 5 se foi... EIXO 6 iniciando!


Eis que mais um semestre iniciou e com ele novas possibilidades, reflexões e desafios...
No semestre passado, foram muitos desafios de trabalho, de estudo e pessoais. Nesse semestre espero conseguir dar conta de tudo com mais tranquilidade. Iniciamos o semestre com momentos interessantes de reflexões sobre as diversidades e envolvendo a literatura. 
A frase que me foi dada , segue abaixo:


Galeano tem um jeito muito peculiar no escrever, sua escrita tem uma pegada acessível, bem humorada e tem uma inclinação militante. Particularmente gosto do jeito dele escrever e gostei em ter recebido uma frase dele, tendo em vista que é um escritor que desperta  minha curiosidade. 

Então, vamos lá ... Um novo semestre, com as mais variadas possibilidades e aprendizagens! ;)



Nesta análise não irei refletir novamente sobre Galeano, mas sim sobre como os semestres passaram muito rápido, observando agora de uma maneira crítica, todo o aprendizado de cada fase(Eixo) corroborou para uma certa tranquilidade de minha prática durante o estágio. Foi um exercício contínuo de aprendizagens significativas e potentes para minha mudança na prática docente. 

Reavaliando as postagens: 5. Tipos de Fichamentos

Tipos de Fichamentos

Texto 1 - Fichamento de conteúdo

Fonte:CASAL, João Afonso Vieira. Construtivismo Tecnológico para Promoção de Motivação e Autonomia na Aprendizagem. Braga, Portugal. 2013.
            O autor no artigo desenvolveu uma abordagem construtivista, além de trazer reflexões referentes às abordagens no âmbito tecnológico. Foram relatadas diversas metodologias com o intuito  de trazer possibilidades de melhorar o ensino, considerando as aprendizagens.
            João Casal  faz uso em seu trabalho de quatro estratégias que são: apresentações online no software Prezi, vídeos para o youtube, ferramentas do Google Drive e a plataforma Moodle para trazer suas considerações no artigo. Ressaltando que as estratégias são elaboradas a fim de construir o conhecimento de uma maneira colaborativa. Ainda em seu texto, relata que o uso de smartphones como um recurso de aprendizagem disponível a qualquer momento e lugar. E para concluir sua escrita estabelece a importância da investigação aliada a ação nessa busca de aprendizagens significativas e colaborativas.


Texto 2 - Fichamento de citações

Fonte: SCHLEMMER, Eliane. A aprendizagem com o uso das tecnologias digitais: viver e conviver na virtualidade. Série-Estudos - Periódico do Mestrado em Educação da UCDB. Campo Grande-MS, n. 19, p. 103-126, jan./jun. 2005.


“Basta acessarmos alguns desses endereços para descobrirmos que não existe uma compreensão única do assunto, cada um se expressa de uma forma, analisa a área sobre uma determinada perspectiva epistemológica, teórica e metodológica, que tem relação com a sua história, a sua vivência, as aprendizagens que realizou durante o seu viver e conviver, os meios aos quais teve acesso durante o seu desenvolvimento, tudo isso caracteriza a própria aprendizagem” (p. 104).

“Na concepção apriorista acredita-se que o conhecimento está apriori, ou seja, que a origem do conhecimento está no próprio sujeito, sendo que as estruturas de conhecimento já vêm programadas na bagagem hereditária de forma inata ou submetida ao processo de maturação. O conhecimento é entendido como algo exclusivo do sujeito, de forma que o meio não participa dele. Na concepção empirista acredita-se que as bases do conhecimento estão nos objetos. O conhecimento é algo que precisa ser passado, sendo adquirido pelos sentidos e desta forma impresso na mente do sujeito” (p. 105).

“Quando falamos em concepção interacionista, falamos em ambientes virtuais de aprendizagem, comunidades virtuais de aprendizagem, mundos virtuais, espaços nos quais os sujeitos podem interagir e construir conhecimento” (p. 106).

Piaget interessou-se pelo conhecimento na medida em que é coordenação geral da ação presente (real) ou possível (interna), isto é, a forma geral do conhecimento e não seu conteúdo particular. O conhecimento é um estado de equilíbrio que tende tanto a se conservar quanto a expandir seu alcance de assimilação; se a expansão é pequena e não leva à perturbação do conhecimento, a conservação é mantida; se, no entanto, a expansão é mais substancial e leva à perturbação do conhecimento, a tendência é compensar a perturbação por uma reconstrução através da qual o conhecimento recentemente expandido fica novamente em estado de equilíbrio. Se por alguma razão a reconstrução não ocorre, a perturbação do conhecimento é suprimida e o antigo estado de equilíbrio é reconstituído” (p. 107).


“Dessa forma, o que caracteriza a atual revolução tecnológica não é a centralidade de conhecimentos e informação, mas sim a aplicação desses para a geração de novos conhecimentos e de dispositivos de processamento/comunicação da informação, criando um ciclo de realimentação cumulativo entre a inovação e seu uso” (p. 108).
“É fato que a informação é o subsídio para a construção do conhecimento, para o aprendizado, de forma que o uso das TDs, principalmente a Internet, vem revolucionando as formas de ensinar e de aprender” (p. 109).

“A capacidade de sinergia é o que define a especificidade de um meio de inovação, ou seja, o valor agregado resultante não dos efeitos cumulativos dos elementos presentes no meio, mas de sua interação. Assim, o novo espaço é organizado em torno de fluxos de informação” (p. 110).

“Uma comunidade que sustenta uma rede ativa de comunicação aprenderá com seus próprios erros, pois serão difundidos por toda a rede e voltarão para a sua origem ao longo de laços de realimentação. Devido a isso, a comunidade tem a possibilidade de corrigir seus erros, se auto-regulando e auto-organizando” (p. 113).

“Trata-se de descobrirmos novas formas de vivermos juntos nas dimensões simbólicas, funcionais e cognitivas, sustentadas por relações de autonomia e cooperação” (pg. 116).
“Na construção de um mundo virtual se aprende de forma lúdica, pode ser uma aventura, uma brincadeira, um “faz-de-conta”, no qual adultos constroem aprendizagens ao “virtualizar” um mundo com suas intenções e implicações, construindo e reconstruindo saberes, interagindo e cooperando” (p. 121).


“Sabemos que toda e qualquer criação/desenvolvimento de ferramenta tecnológica nunca é neutra, pois sempre haverá pressupostos, concepções, intenções por parte de quem as desenvolve, as quais se refletirão na forma/conteúdo da ferramenta em questão” (p. 122 e 123).




Retomando a postagem acima, percebo que no próximo semestre a mesma será muito importante para colaborar na escrita do TCC, para que consiga embasar minha escrita com as experiências vivenciadas durante o estágio obrigatório , tendo em vista a necessidade de relacionar a teoria com a prática. Certamente a retomada de leituras nas interdisciplinas será uma retomada fundamental para este processo que se inicia. 





Reavaliando as postagens: 4. Relato de Experiência sobre Matemática

Relato de Experiência sobre Matemática

A experiência no ensino da matemática que gostaria de compartilhar  são as atividades que realizei durante o PNAIC,como por exemplo um circuito matemático. Confeccionei com os alunos diversos jogos matemáticos com sucata e após os alunos terem  jogado com os colegas, convidamos os 2º e 3º anos da escola para participarem de uma atividade coletiva( no caso o Circuito). Em duplas e trios os alunos de todas as turmas foram passando pelas atividades confeccionadas e pelos  jogos concretos, completando o circuito que tinha como objetivo trabalhar as questões de raciocínio lógico de uma maneira coletiva e lúdica.

Segue o link do  vídeo com algumas fotos dessa atividade.




Ao reler minha postagem sobre a experiência sobre o ensino de matemática me faz lembrar as experiências que tive durante a interdisciplina da temática que tivemos ao longo curso, como a mesma me auxiliou com materiais pedagógicos em meu estágio obrigatório. Procurei relacionar minhas experiências teórica e empíricas anteriores com a realidade que encontrei em minha prática realizada no semestre 2018/2. Muitas das atividades apresentadas no vídeo acima, foram aplicadas de maneira igual ou parecida, respeitando as especificidades das minhas turmas de educação infantil, respeitando o processo atual dos alunos. 

Reavaliando as postagens: 3. Relato de experiências

Relato de experiências


Vou relatar a experiência com um aluno autista com o qual  trabalhei por dois anos como professora de apoio. Constantemente a professora titular falava que o aluno deveria ir para uma escola especial, tendo em vista o processo lento das aprendizagens do mesmo e maneira instável que apresentava. Foi um processo realmente muito lento, mas ao final dos dois anos conseguimos perceber o avanço do aluno, colegas e professores foram percebendo a evolução do dele. Tanto nas questões cognitivas, quanto nas sociais que a meu ver no caso dele foi o mais importante, tendo em vista que ele não interagia com ninguém e não conseguia participar das atividades que tinham barulho.
É muito importante ter um olhar diferenciado com os alunos, não podemos esquecer que não se trabalha somente o cognitivo na escola. Sei na prática como é difícil trabalhar com a educação especial, respeitar o tempo que  o aluno precisa é um exercício fundamental para se conseguir alcançar os objetivos. Mas quando respeitamos esse tempo e  persistimos na prática docente com esses alunos, conseguimos perceber os ganhos do aluno para sua vida na escola.
Perceber a mudança do discurso dos colegas professores em relação ao aluno é algo que dinheiro algum paga, pois ver teu trabalho com sensibilidade fomentar-se é algo sensacional. Ainda hoje mesmo ele não sendo meu aluno procuro saber como está a aprendizagem dele e saber que ele continua evoluindo é muito gratificante. Precisamos acreditar no potencial dos nossos alunos ao mesmo tendo que devemos respeitar seu ritmo de aprendizagem, tendo em vista que cada um tem seu tempo para aprender. Ao final aprendemos muito mais que ensinamos. 


Mesmo a postagem sendo de 2015, infelizmente ainda encontramos desafios semelhantes quanto a inclusão de alunos autistas, ainda essa semana recebi a ligação de uma amiga que tem um filho com espectro autista relatando as dificuldades encontradas na mesma escola. Lecionar para alunos com deficiência é um caminho repleto de possibilidades e desafios, mas precisamos estar abertos para esse processo infinito  de conhecimento . 

 

Reavaliando as postagens: 2. Vídeo reflexivo sobre aprendizagem

Vídeo reflexivo sobre Aprendizagem












Analisando a postagem percebi que não procurei refletir sobre a mesma, não ocorreu um questionamento sobre a questão da aprendizagem de alunos surdos e tão pouco uma análise apurada sobre as questões de possibilidades de dialogar com a cultura surda e seus desafios. Aproveito para compartilhar o site da A Feneis – Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos é uma entidade filantrópica, sem fins lucrativos, que tem por finalidade a defesa de políticas linguísticas, educação, cultura, saúde e assistência social, em favor da comunidade surda brasileira, bem como a defesa de seus direitos. Um canal importante de comunicação para os alunos surdos e suas famílias. 



Reavaliando as postagens: 1. Reflexões do 1º semestre

Apresentação do Workshop

O grande dia ...
Estava bem ansiosa, tendo em vista que me apresentei depois da maioria dos colegas, mas não estava sozinha. Foi um momento importante  quanto aluna, tive oportunidade de conhecer algumas colegas que só conhecia de longe e a força para apresentação dada pelas mesmas foi algo bem importante no momento de apresentar.
O professor Rafael conduziu as atividade no dia da minha apresentação e foi muito profissional e atencioso com todas as colegas que estavam ali para apresentação dos trabalhos.
Aquele famoso "frio na barriga" somente passou quando chegou minha vez de mostrar meu trabalho e aqueles 10 minutos passaram muito rápido. Vieram os questionamentos e elogios e assim como nossos alunos ficam felizes em serem reconhecidos o mesmo ocorreu comigo.




       Analisando a caminhada ao longos dos Workshop foi possível ver a evolução da minha prática e o embasamento das experiências destes momentos, que foram de muitas aprendizagens e trocas com colegas, tutores e professores. É gratificante perceber minha evolução como docente aluna, durante esta trajetória de conhecimentos. 
     Fica nítido que o PEAD está buscando fazer com o que o aluno/professor  perceba que na escola atual, não podemos trabalhar de uma só maneira, usando apenas um método em nossa prática docente e por meio dos textos, atividades e uso de diferentes tecnologias estamos aprendendo novas maneiras de aprender e ensinar. 
 (...) o objetivo de toda prática educativa – facilitar areconstrução do conhecimento experiencial do aluno – não pode se entender nem se desenvolver sem o respeito à diversidade, àsdiferenças individuais que determinem o sentido, o ritmo e a qualidade de cada um dos processos de aprendizagem e desenvolvimento. (Pérez Gómez, 2001, p.67)

            As aprendizagens no desvendar o funcionamento no PBworks foram desafiadoras, tendo em vista que nunca havia trabalhado no ambiente. Tantas configurações e possibilidades num mesmo lugar fizeram com que eu tivesse que pesquisar e desenvolver minha autonomia para conseguir realizar algumas atividades propostas. O novo sempre assusta e ter a consciência de que é por meio da experimentação que aprendemos é vital para prosseguirmos nessa busca constate do conhecimento.


Referências:
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 43. ed., São Paulo: Paz e Terra, 2011.
PÉREZ GÓMEZ, A. I. A cultura escolar na sociedade neoliberal. Porto Alegre: ARTMED,
2001.